Agosto começou mostrando a preocupação de governos e bancos centrais em relação à recuperação econômica global e de seus países. O Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia, parece ter reacendido essa preocupação. Porém, a reação parece ter sido imediata.

Mais recentemente alguns bancos centrais e governos adotaram novas medidas. O governo japonês, depois de Shinzo Abe (Primeiro Ministro), ter sido vencedor para a câmara alta adotou medidas que montam a US$ 274 bilhões, incluindo gastos ficais diretos, empréstimos para projetos de infraestrutura e repasses individuais para classes de baixa renda envolvendo 22 milhões de cidadãos.

A Austrália foi na mesma direção e reduziu a taxa de juros básica para 1,50%, a menor de sua história e alertou que pode fazer mais. Existia também forte expectativa com relação ao reino Unido, na tentativa de minorar os efeitos do Brexit em sua economia, e o BOE (BC Inglês) não se fez de rogado.

Cortou os juros básicos pela metade (de 0,50% para 0,25%) e ampliou o programa de compra de ativos em 60 bilhões de libras (para 435 bilhões de libras) e ainda vai comprar títulos corporativos.

Na ponta inversa, estaria os EUA que já fizeram uma elevação de juros, mas que tem relutado em elevar novamente, contrariando muitas expectativas que vigoravam. Agora, os EUA devem fazer outra elevação de juros somente no final de 2016 ou início de 2017, e de forma bem gradual.

Falamos disso para ilustrar que o mercado financeiro internacional seguirá líquido nos próximos meses, beneficiando países emergentes como o Brasil. Com a liquidez atual reforçada, ampliam-se os espaços para que investidores arrisquem mais e para que haja reprecificação positiva dos ativos.

É por isso que temos sugerido diversificar um pouco seus investimentos em renda variável. Acesse nosso site em www.modalmais.com.br e escolha suas aplicações de forma consciente.