Em nossos artigos anteriores, tivemos a oportunidade de manifestar nosso otimismo com a recuperação dos mercados de risco de risco brasileiro, função do fluxo de recursos canalizado, a partir de aumento da credibilidade do governo interino de Michel Temer.

Isso mesmo considerando todas as dificuldades para ajustar a economia e conter o crescente déficit fiscal e nível de endividamento.

Passamos cerca de oito meses tensos com os ruídos da operação Lava Jato e desdobramentos e, principalmente, com as expectativas sobre o longo processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Pois bem, já passamos da metade do mês de agosto e, segundo a agenda da pronúncia da presidente, o julgamento final pode ocorrer ainda no final de agosto, ou no mais tarde no início de setembro.

Assim podemos dizer que estamos na reta final do impeachment da presidente, mas ainda com ligeira ponta de medo de eventual resultado a favor da presidente.

Portanto, serão certamente dias tensos, mas quase todas as indicações mostram que Temer será efetivado como principal mandatário do país e com prazo para participar da reunião do G-20 que acontece na China no começo de setembro.

Com Michel Temer declarando inúmeras vezes que não será candidato em 2018, o espaço está aberto para começar reformas estruturantes em diferentes segmentos do Estado e economia, ampliando a credibilidade junto aos investidores.

Dessa forma, mantemos nosso otimismo comedido sobre a performance positiva dos mercados, destacamos que ainda teremos grande volatilidade em função das injunções internas e fraca recuperação internacional.

Assim, sugiro buscar indicações de investimento em nosso site www.modalmais.com.br bem de acordo com sua propensão ao risco.