O mês de agosto começou e, com ele, trouxe a possibilidade de decisão sobre o complicado processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

O Brasil precisa disso para definir seu ponto de inflexão e novos rumos para a política econômica. A interinidade do presidente Michel Temer pouco adianta em termos de preparar o futuro, sem saber exatamente se haverá futuro para o seu governo.

Temer precisa que o impedimento seja julgado para engendrar as medidas necessárias e restaurar a credibilidade do Brasil perante os investidores internacionais e começar a colocar a “casa em ordem”, reduzindo e controlando o déficit fiscal e diminuindo o endividamento nos próximos anos.

De sua parte, Michel Temer, segue dizendo que não será candidato em 2018, o que por si só já é boa vertente para iniciar reformas que levem o país no futuro para zona mais saudável, mas que por sua natureza e urgência serão duras para a população brasileira.

Precisamos de reforma Administrativa do Estado, necessitamos urgentemente da reforma da Previdência e a reforma Política também é imprescindível.

Se fosse só isso já seria bom. Mas precisamos mudar marcos regulatórios para respaldar investimentos de retornos de longo prazo, precisamos salvar Estados e Municípios da falência, salvar muitas empresas públicas; mesmo com a União em absoluta penúria e sem poder usar instituições públicas para estimular a retomada do crescimento. Nos próximos anos, vamos precisar cozinhar sopa de pedras.

Ainda bem que o ponto de inflexão está próximo, e a luz no final do túnel começa a ser acanhadamente visível. Isso tem estimulado os mercados que tendem a antecipar o futuro. É por isso que a Bovespa já acumula alta de mais de 30% e algumas ações bem mais que isso. É por isso que temos sugerido um pouco mais de risco em suas aplicações financeiras para capturar esse momento extraordinário.

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