Modal Commodities – Spread Indicativo do Dia

Agenda

Dolar X Real

Já foi assinado o pedido de fechamento da questão da Reforma da Previdência e o requerimento deve ser enviado a Jucá na semana que vem. Mais de 40 deputados do PMDB assinaram o pedido, acima das 33 assinaturas necessárias. Líder do governo na Câmara já estima que a votação deve ir para plenário final do mês. O depoimento de Lula foi pior do que o de março, e dessa vez não conseguiu transformar o depoimento em ato político. Negou todos as acusações e permanece com o discurso de que está sendo perseguido. Moro deve levar pelo menos três meses para dar a sentença final (tempo médio). Ontem o dólar teve sua maior queda em uma semana, com o dólar comercial fechando a R$ 3,1667 queda de 0,56%, maior queda desde 2 de maio com queda de 0,71%. O dólar futuro para junho fechou a R$ 3,1840 queda de 0,81%.

Açucar e Etanol

As mudanças nas perspectivas da safra de açúcar vêm impulsionando as cotações. A consultoria INTL FCStone prevê um déficit de 271 mil toneladas na safra 2017/18, se confirmado será a terceira safra consecutiva que a demanda irá superar a oferta. O tempo frio na Europa também preocupa a produção de açúcar no bloco, onde se era previsto uma alta de 18% na oferta local. O contrato jul/17 fechou a US$ 15,84 alta de 2,59% e out/17 a US$ 16,14 alta de 2,41%.

Grãos

O USDA divulgou ontem (10) o WASDE com a primeira estimativa de safra de soja 2017/18 no Mundo. Os números no geral ainda são confortáveis para abastecer sem crises a demanda mundial. A soja é a commodity mais produzida no Brasil, que é o segundo maior produtor e principal exportador da oleaginosa. O USDA estima uma produção 1% menor que a da safra 2016/17 e um aumento de 3,9% no consumo para 344,21 milhões de toneladas. Com uma projeção confortável dos estoques o órgão prevê que as cotações devem oscilar entre US$ 8,30 e US$ 10,30 na safra 2017/18. Na Bolsa de Chicago, a soja jul/17 fechou a US$ 970,25 queda de 0,39% e ago/17 a US$ 971,25 queda de 0,36%.

O USDA projetou uma produção mundial de milho para a safra 2017/18 em 1,034 bilhões de toneladas, 3% menor que na safra passada. Para a demanda se é previsto uma alta de 0,8% para 1,062 bilhões de toneladas e com isso os estoques cairiam 12,8% para 195,27 milhões de toneladas. Os dados de menor produção e maior consumo impulsionaram as cotações no pregão de ontem (10). Na Bolsa de Chicago, o milho mai/17 fechou a US$ 365,25 alta de 1,95% e jul/17 fechou a US$ 373,75 alta de 1,98%.

Café

Ontem o dólar teve a maior queda em uma semana ante o real e sustentou as cotações de café. O dólar mais fraco desestimula as exportações de café brasileiro, maior produtor Mundial, diminuindo a oferta da commodity no mercado. O Brasil deve colher de 43,65 a 47,51 milhões de sacas de 60kg, redução entre 15% e 17,5% em comparação com a safra passada. O contrato de café arábica set/17 fechou a US$ 139,00 alta de 1,09%. No mercado interno o café arábica ficou em R$458,39 a saca de 60kg, alta de 0,94%.

Equipe:

Pedro Esberard Barbirato Rosa
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Fonte:
http://www.valor.com.br/agro/4964604/usda-preve-oferta-elevada-de-graos-em-201718
http://www.valor.com.br/agro/4964598/commodities-agricolas

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