AGENDA

AÇÚCAR E ETANOL
A irregularidade de chuvas no Centro-Sul do Brasil tem favorecido as lavouras de cana, que devem ter sua colheita antecipada em até 45 dias. A safra que começou 1º de Abril e que normalmente termina em dezembro, deve ser encerrada na primeira semana de novembro. No último pregão o açúcar rompeu o suporte de 20 cents/lb e pode ser visto mais uma rodada de vendas nessa segunda-feira. Movimento tende a ser intenso caso ocorra uma nova alta da moeda norte-americana, que com as perdas do petróleo fechou a R$ 3,2802 (+1,99%). Com relação ao clima, se é esperado um clima seco nessa segunda quinzena de setembro, apenas no Paraná pode ocorrer pancadas de chuva. Semana será marcada pela divulgação da Unica dos dados do andamento da safra 2016/17 do centro-sul, que deve apontar uma moagem menor pelo clima úmido. No fechamento de sexta-feira o açucar em NY ficou em US$ 19,99 centavos de dólar por libra-peso, queda de 23 pontos, com o dólar valorizando ante o real.

GRÃOS
As exportações no mês de agosto atingiram US$ 7,63 bilhões, ante US$ 7,34 bilhões no mesmo período do ano anterior. Os produtos do complexo de soja lideraram as vendas com US$ 2,17 bilhões, número porém 17% menor que ago/15. A queda se deu pelo menor volume exportado de 5,16 para 3,82 milhões de toneladas de ago/15 para ago/16. Segundo o Ministério da Agricultura o destaque foi o setor sucroalcooleiro com desempenho de US$ 1,22 bilhões, alta de 91,2%. Subindo sua participação nas exportações indo de 9,1% em ago/15 para 15% em ago/16. Na sexta-feira na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta, com a forte demanda pela soja produzida nos EUA. O USDA reportou uma exportação de 1,776 milhão de toneladas na semana encerrada 1º de setembro, número acima das estimativas do mercado que eram de 1,6 milhão de toneladas. Os contratos set/16 a US$ 9,9725 por bushel, alta de 0,53% e nov/16 a US$ 9,8025 por bushel, alta de 0,36%. No mercado interno, a soja fechou a R$ 77,26/saca, alta de 1,39%.Hoje, mercado aguarda os números do Wasde que serão divulgados 12h


Importação de milho pelo Brasil dispara em agosto, aponta MDICNa semana passada a Conab voltou a reduzir a estimativa do milho na safra 2015/16 ficando em 67 milhões de toneladas de milho, quebra de 20,9% com relação a safra passada. No mês de agosto as importações de milho disparam com empresas de aves e suínos demandando o cereal que esta em escassez no mercado interno. No mês passado as importações chegam a 295 mil toneladas, 1800% a mais ante ago/15. Do total importado do mês 170 mil vieram do Mercosul, sendo 125 mil toneladas da Argentina. No acumulado dos oito primeiros meses de 2016 as importações chegam a 1,1 milhão de toneladas, número maior que os 12 meses de cada um dos últimos seis anos.

CAFÉ

As condições das lavouras brasileiras seguem no radar, com o IBGE reduzindo sua estimativa para a safra 2015/16 para 47,8 milhões de sacas, queda 2,7% ante previsão do mês passado. Já a Conab estima a safra em 49,7 milhões de sacas de 60 kg. As prepcupações também se voltam para a safra do ano que vem com a antecipação da floração nos cafezais, que agora precisam ocorrer com regularidade para terem boa produtividade para a safra 2017. O fortalecimento do dólar e a realização de lucros após fortes altas nos últimos pregões, derrubou o café arábica na Bolsa de NY na sexta-feira. Os contratos set/16 fecharam a US$ 149,95 e dez/16 a US$ 151,15, queda de 375 pontos. . Na BM&F o café arábica na cotação US$ por saca de 60kg (contrato de 100 scaas) ficou em US$ 177,35, baixa de 4,95% no contrato set/16 e US$ 181,11, baixa de 4,45% no contrato dez/16.

Fonte
https://www.agrolink.com.br/noticias/importacao-de-milho-pelo-brasil-dispara-em-agosto–aponta-mdic_361244.html
http://www.valor.com.br//agro/4706139/commodities-agricolas

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