Ação civil pública contra privatização das distribuidoras da Eletrobrás

Foi averta uma ação civil pública, proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro e região – Sintergia/RJ contra a Eletrobras e a União Federal, tendo por objeto a privatização das subsidiárias Companhia Boa Vista Energia S.A., Companhia Energética de Alagoas, Companhia Energética do Piauí, Centrais Elétricas de Rondônia S.A., Companhia de Eletricidade do Acre S.A. e Amazonas Distribuidora de Energia S.A.. A Eletrobras esclarece que a alienação das Distribuidoras segue o previsto na Lei 9.491/1997; no Decreto 9.192/2017 e na Resolução nº 20 do CPPI e suas alterações, tendo os administradores da Eletrobras recomendado a sua aprovação, nos termos da Proposta da Administração para a 170ª AGE. Como esperado, interesses corporativos, associados a motivações ideológicas reagem vigorosamente ao processo de privatização. Notícia negativa.

Banco do Brasil, BB Seguridade e Grupo Mapfre reestruturam área de seguros

O BB, a BB Seguridade e a BB Seguros, celebraram um Termo de Entendimentos com o Grupo Mapfre, para estabelecer as premissas para a celebração de Acordos Definitivos que vão regular a reestruturação societária e operacional das sociedades integrantes do atual Grupo Segurador BB E Mapfre e a parceria entre Grupo BB Seguridade e o Grupo Mapfre. Como resultado do acordo as carteiras exploradas em conjunto pelo Futuro Grupo BB e Mapfre, tanto pelo canal bancário do BB quanto pelo canal affinity, passam a ser vida, prestamista, vida produtor rural, habitacional, agrícola, penhor rural, residencial, empresarial, massificados e DPVAT. Já as carteiras exploradas pelas sociedades do Grupo Mapfre exploradas pelo canal corretor e affinity passam a ser vida, prestamista, agrícola, auto, grandes riscos, residencial, empresarial e DPVAT e, pelo canal bancário do BB e Coligadas BB os seguros de auto e grandes riscos. A reestruturação da operação de seguros no Grupo Segurador BB e Mapfre está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas. A destinação dos recursos que poderão ser eventualmente liberados será posteriormente definida pela BB Seguridade. Boa notícia.

Copel: entrada em operação da LT Fernão Dias

A empresa informou que entrou em operação comercial, com um mês de antecedência, a linha de transmissão Estreito – Fernão Dias (500 kV), empreendimento pertencente à SPE Cantareira (49% Copel GT e 51% Celeo Redes). A linha, que inicialmente estava prevista para entrar em operação em março de 2018, tem extensão de 342 quilômetros e passa pelos estados de São Paulo e Minas Gerais, percorrendo mais de 29 cidades. O empreendimento permitirá maior intercâmbio de energia, contribuindo com a segurança e a confiabilidade operacional do sistema elétrico nacional. O conjunto adiciona R$ 47,6 milhões à RAP da Copel GT. Notícia positiva.

Duratex vende terras para a Suzano

As empresas comunicaram a assinatura de um Contrato de Compra e Venda de Ativos Florestais, através o qual a Duratex vende para a Suzano cerca de 9.500 hectares de áreas rurais e 1.200.000 m³ de florestas, que reflete o potencial de produção das florestas existentes e já implantadas nas áreas adquiridas, na região central do estado de São Paulo, pelo preço de R$ 308,1 milhões. Além disso a Suzano a adquiriu uma opção de compra de cerca de 20.000 hectares de áreas rurais nessa mesma região e 5.600.000 m³ de florestas, que reflete o potencial de produção das florestas existentes e já implantadas nas áreas objeto da opção, pelo preço de R$ 749,4 milhões. A opção de compra pode ser exercida a exclusivo critério da Suzano até 2 de julho deste ano.

Itau divulga projeções

O guidance do Itaú para 2018 considera que a carteira de crédito ampliada deverá situar-se de 0% a 4%. O resultado com clientes (advindo das operações de crédito) entre -4,2% e -0,8%. O custo com o crédito num intervalo de R$ 12 bilhões a R$ 16 bilhões (R$ 17,9 bilhões em 2017). As receitas com serviços entre a faixa de 0,5% a 4,5%, bem como as despesas não decorrentes de juros (administrativa e pessoal) entre 1,5% a 4,5%. Especificamente no Brasil, o guidance é que a carteira de crédito expandida fique numa faixa de -2% a +2%. Tais expectativas, em linhas gerais, estão consoantes com nossas premissas divulgadas em Relatório de Recomendação vigente, com recomendação de Compra.