AES Tietê poderá investir até R$ 650 milhões em energia solar

A empresa assinou acordo com a empresa Cobra do Brasil, por meio do qual, através do cumprimento de determinadas condições precedentes, poderá investir até R$ 650 milhões em projeto de energia solar, que vem sendo desenvolvido pela empresa citada. Os recursos poderão ser usados tanto para compra de debêntures como de participação acionária no projeto. As autorizações para implementação do Complexo Bauru Solar foram outorgadas às SPEs após o 6º Leilão de Energia de Reserva realizado em 31 de outubro de 2014, com energia contratada por 20 anos ao preço médio de R$ 218,85/MWh (Data Base outubro de 2014), com capacidade total projetada de 180 MWp (150 MWca) e início de operação comercial previsto para maio de 2018. Notícia favorável, a empresa segue em sua estratégia de expansão de capacidade voltada para fontes não convencionais.

Cemig fará aumento de capital

O Conselho de Administração da companhia aprovou encaminhar à Assembleia Geral Extraordinária proposta referente à autorização para aumento de capital no valor de até R$ 1 bilhão de reais mediante a emissão de até 66.849.505 novas ações ordinárias e de até 133.150.495 novas ações preferencias pelo preço de emissão por ação ordinária ou preferencial de R$ 6,57. Notícia negativa. Como sempre ocorre nesses casos, as ações da empresa devem sofrer pressão de venda.

GOL: Fortaleza é escolhida como novo hub conjunto com a Air France-KLM

A partir de maio de 2018 a GOL aumentará em 35% a oferta de assentos em Fortaleza com novo hub internacional, passando a ter 51 voos diários para 10 destinos a partir da capital cearense. A Gol vai fornecer conexões rápidas com os voos da Air France e da KLM, ajustar os horários e aumentar a oferta para Recife, Salvador, Belém e Manaus, bem como uma nova rota para Natal. Os novos voos serão estruturados em dois períodos de conexões, um pela manhã e outro no final da tarde. O novo hub permitirá à Air France-KLM operacionalizar sua estratégia de desenvolvimento no Brasil e vai ligar Fortaleza aos seus dois hubs principais em Amsterdam-Schiphol e Paris-Charles de Gaulle. Essas novas rotas serão operadas, respectivamente, pela KLM com três voos semanais e pela Air France com dois voos semanais. “Os clientes da GOL e da Air France-KLM se beneficiarão de conexões mais fáceis, serviços unificados e uma escolha mais ampla de destinos de média e longa distâncias. Com esta nova malha, os clientes também se beneficiarão de um check-in único de viagem e um serviço garantido de rastreamento de bagagem”. Devido à sua localização, desde sempre Fortaleza foi apontada como uma das melhores cidades brasileiras para se tornar um hub internacional. A decisão da Gol é uma ótima notícia.

Tegma: reestrutura parte de sua dívida

Com a intenção de adequar sua estrutura de capital e perfil de alavancagem, a Tegma definiu os termos da reestruturação de parte do seu endividamento. A Assembleia Geral de Debenturistas da 2ª Emissão de debêntures simples realizada ontem aprovou: (i) que a parcela de amortização e remuneração, com previsão de pagamento original em dezembro/2017 no valor R$ 50 milhões de principal somado aos juros do período, será quitada de forma antecipada no dia 28/09/2017 com um fee de liquidação de 0,25%; (ii) que a parcela de amortização e remuneração, com previsão de pagamento original em dezembro/2018 no valor R$ 50 milhões de principal somado aos juros do período, terá seu vencimento prorrogado para 31/07/2020 e 31/07/2021; (iii) que a taxa, originalmente de CDI+1,75%, será alterada para CDI+2,00%; e (iv) que adicionalmente, o fee de liquidação passa a ser de 0,35% nos dois primeiros anos e 0,25% nos últimos dois anos. Com essa operação, a Tegma está alongando o perfil de sua dívida, endereçando as necessidades de caixa pelos próximos dois anos (quase 70% do principal da dívida vencendo a partir de 2019) e diminuindo seu custo de carregamento de caixa.

Paranapanema conclui reestruturação financeira

Foram concluídas todas as condições suspensivas para a implementação da reestruturação junto aos principais credores financeiros, representando cerca de 84% do total da dívida da Paranapanema. Com isso, a Companhia obteve redução de 28% e alongamento de cerca de 94% de sua dívida financeira, que passará a ter prazo médio de aproximadamente 4,5 anos, números não auditados. Além disso, houve a capitalização, por meio de ofertas públicas restritas de ações e de debêntures conversíveis em ações, de R$ 712 milhões. A partir de agora a Paranapanema tem fôlego para se dedicar à implementação do seu plano de negócios e estratégia de crescimento. Vamos torcer!