BM&FBovespa divulga balanço de operações de abril de 2017

O segmento Bovespa movimentou R$ 146,03 bilhões, ante R$ 189,03 bilhões, registrados em março. A média diária foi de R$ 8,11 bilhões, ante R$ 8,21 bilhões. Foram realizados 16.320.584 negócios, ante 23.514.620 no mês anterior. A média diária de negócios atingiu 906.699, ante 1.022.375 em março. Os mercados do segmento BM&F totalizaram 82.518.227 contratos negociados e volume financeiro de R$ 5,16 trilhões, ante 91.727.182 contratos e giro de R$ 6,04 trilhões em março. Ao final do último pregão de abril, o número de contratos em aberto foi de 42.413.693 posições, ante 42.706.368, no período anterior. Consideramos os números como positivos. Apesar da pequena queda dos negócios no segmento Bovespa, isto foi compensado pelo crescimento na média diária do segmento BMF. Lembrar que neste ano, março teve 23 dias úteis, contra apenas 18 em abril.

Embraer comemora o lançamento do satélite geoestacionário brasileiro

O lançamento ocorreu no Centro Espacial da Guiana Francesa pela empresa Visiona e o satélite fará a cobertura de serviços de internet a todo o território brasileiro, além de fornecer um meio seguro e soberano para as comunicações estratégicas do governo
brasileiro. Segundo Eduardo Bonini, presidente da Visiona, o satélite inaugura uma nova era na história das telecomunicações do Brasil, pois levará internet via satélite a 100% do território nacional, gerando benefícios sociais com inclusão social e digital em escolas, hospitais e postos de saúde, e benefícios econômicos ao País. A Visiona é uma joint venture criada entre a Embraer e a Telebras em 2012.

Transmissão Paulista aumenta sua participação na IENNE

Conforme manifestações e aceites recebidos da Isolux Energia e Participações S.A. e da Cymi Construções e Participações S.A, a companhia exerceu seu direito de preferência para aquisição da totalidade da participação acionária que a Isolux possui na Interligação Elétrica Norte e Nordeste S.A., representada por 163.642.000 ações ordinárias, equivalente a 50% do capital social da IENNE; e adquirirá também a totalidade da participação acionária que a CYMI possui na IENNE, representada por 81.821.000, equivalente a 25% do capital social da IENNE, tendo sido exercido o direito de venda conjunta da CYMI; nos termos do acordo de acionistas da IENNE, celebrado entre a ISA CTEEP, a ISOLUX e a CYMI, com a interveniência da IENNE; e nos termos da proposta de intenção de compra enviada pela ISOLUX à Companhia. A aquisição de todas as referidas ações ocorrerá pelo montante global de R$ 96,7 milhões, o qual poderá ser ajustado por ocasião do fechamento da operação. Consideramos a notícia positiva.

Conselheiros da Wiz aprovam compra de empresa de seguros

Wiz Soluções e Corretagem de Seguros, nova denominação social da ParCorretora, celebrou memorando de entendimentos não vinculante visando a aquisição de 100% das quotas de emissão da Finanseg Administração e Corretagem de Seguros Ltda. A aquisição se dará pelo preço mínimo de R$ 240 milhões, sendo pago em parcelas, a primeira de R$ 72 milhões na data do fechamento da aquisição, a segunda de R$ 48 milhões com vencimento em 6 meses da data de fechamento da aquisição e o restante em parcelas anuais com vencimento de 2018 a 2021. A Finanseg é uma empresa especializada na comercialização de produtos de consórcios; na ativação e capacitação de parceiros responsáveis pela formação de cartas de consórcios; e na prestação de serviços de backoffice para administradores de grupos de consórcios e seguradoras. Estrategicamente, tal aquisição tende a possibilitar a diversificação dos canais de atuação da Wiz. Nesse sentido, a expansão das frentes de negócios nos canais externos à rede de distribuição da Caixa Econômica Federal é um pilar importante no movimento de reposicionamento que a empresa está buscando, diante do quadro de consolidação do setor.

ITAUSA: lucro cai 2,4%

Lucro do trimestre atinge R$ 1.921 milhões, representando uma queda de 2,4% diante dos R$ 1.968 milhões do 1T16. A equivalência patrimonial foi de R$ 2.296 milhões, quase 100% proveniente do investimento no Itaú Unibanco Holding.

SER EDUCA: lucro cai 6,6%.

A empresa apresentou um lucro de R$ 80,2 milhões no 1T17, 6,6% inferior ao 1T16 (R$ 85,9 milhões). Apesar da conjuntura adversa, a companhia conseguiu obter um crescimento de 8,3% na Receita Líquida, porém elevações de custos (despesas administrativas +22,2%), fizeram cair em quase 3 p.p. a margem da atividade. Além disso, o resultado financeiro líquido negativo teve acréscimo de 60,5%, todos esses fatores contribuindo para a fraca performance do lucro líquido.

SUL AMERICA: lucro cresce 21%

Registrou lucro líquido de R$ 128,6 milhões no 1T17, com elevação de 21,4% ante 1T16. A receita operacional líquida foi de R$ 4,3 bilhões, 9,7% acima do 1T16. O índice combinado, uma razão entre despesas operacionais/receitas operacionais sem considerar o resultado financeiro, atingiu 100,9% com melhora de 1,1 p.p. e foi fundamental para o resultado do período. Destacou-se o desempenho das operações de seguro saúde e odontológico, cuja receita operacional líquida perfez R$ 3,3 bilhões com avanço de 11,5%. Por outro lado, a receita decorrente das operações de veículos atingiu R$ 664,8 milhões e recuo de 0,6%. A empresa vem buscando redirecionar foco há dois anos, com resultados favoráveis, visto concentrar-se no core business em saúde. A par disso, foram contínuos os investimentos em gestão de saúde, visando a mitigação de riscos e otimização de custos. O índice de sinistralidade em saúde perfez 79,6% com recuo de 2,1 p.p., enquanto em veículos atingiu 70,7% e avanço de 5.8 p.p.. Considerando todos os ramos em que a empresa atua (inclui elementares, Vida e acidentes pessoais), o índice de sinistralidade foi de 76,6%, com residual recuo de 0,1 p.p..