BR PROPERT

A BR Properties registrou no 3T17 receita líquida de R$106,2 milhões, correspondendo a uma redução de 4% em relação ao 3T16, explicado principalmente pela redução do valor de aluguel de determinados contratos. O lucro foi de R$ 13 milhões, atingindo R$ 187 milhões no acumulado do ano.

BTGP BANCO

Fechou o 3T17 com lucro líquido de R$ 759 milhões, contra R$ 503 milhões no 2T17 (+40,6%) e R$ 717 milhões no 2T17 (+5,8%). Pela ótica da trajetória de desempenho, as receitas totais atingiram R$ 1,6 bilhão, com crescimento de 93% ante o 2T17. O aumento deveu-se, principalmente, ao segmento de sales and trading, destacando-se a boa performance da mesa de juros. Já no segmento de corporate lending, os níveis de spreads foram mantidos rígidos, bem como os ratings de crédito em boa qualidade. A carteira de corporate lending perfez R$21,5 bilhões em setembro de 2017, com crescimento de 3% no intervalo do 3T17 e 6% em doze meses, o que mostra a cautela pela busca de maior exposição, após o forte ajuste sofrido nos dois últimos anos, quer pelo impacto do risco de imagem então, quer pelo quadro de recessão da atividade econômica. Com os ventos começando a soprar a favor, houve elevado provisionamento para bônus, em linha com o crescimento da receita. Em paralelo, as despesas tributárias (exceto com I.R.) também foram ampliadas. Logo, as despesas operacionais atingiram R$ 705 milhões, um crescimento de 42% quando comparados ao 2T17.

COMGAS

O 3T17 teve crescimento de 4,6% nos volumes de venda de gás em relação ao 3T16. O volume industrial cresceu 4,5%, explicado pelo maior consumo de alguns clientes e pela retomada gradual da atividade econômica. O segmento residencial também cresceu 4,5%, explicado pela adição de 101 mil novos clientes nos últimos 12 meses. O volume comercial cresceu 4,7%, impulsionado pela adição de novos clientes. A receita líquida atingiu R$ 1,5 bilhão, 11,3% superior na comparação com o 3T16, refletindo o aumento das tarifas e o maior volume distribuído. O lucro líquido normalizado pela conta corrente regulatória foi de R$ 214,7 milhões no 3T17 (R$ 207,9 milhões em IFRS), resultado 19,4% acima ao do 3T16.

GOL

A receita líquida atingiu R$ 2,7 bilhões, representando um aumento de 13,2% em comparação ao 3T16. O desempenho do último trimestre alavancou a receita acumulada dos 9M17, que atingiu R$ 7,6 bilhões, um incremento de 5,5% em relação aos 9M16. O resultado líquido atribuído aos acionistas da Gol foi lucro de R$ 327,6 milhões, representando margem líquida de 12,1%, um resultado positivo em comparação ao prejuízo de R$ 900 mil do 3T16.

GRUPO GERDAU

O lucro líquido da Gerdau S.A. atingiu R$ 145 milhões (R$ 95 milhões no 3T16), enquanto o lucro líquido da controladora Metalúrgica Gerdau foi de R$ 38 milhões no 3T17 (prejuízo de R$ 35 milhões no 3T16). No período, a receita líquida e o custo das vendas consolidados apresentaram aumento em relação ao 3T16, devido, principalmente, aos maiores volumes vendidos nas ONs América do Norte e Aços Especiais. A margem bruta do 3T17 teve redução devido às menores performances nas ONs Brasil e América do Norte, impactadas pelos maiores custos de matérias primas.

GUARARAPES

Receita líquida total consolidada cresceu 10,7%, atingindo R$ 1,543 bilhão no 3T17. As vendas em mesmas lojas cresceram 11% no 3T17 e 8,1% e a receita liquida total de mercadorias 15,7% no 3T17 totalizando R$ 1,120 bilhão. O lucro líquido cresceu 183,2%, totalizando R$ 50,4 milhões no 3T17.

IGUATEMI

Com receita líquida de R$ 170 milhões praticamente a mesma da obtida no 3T16, a Iguatemi viu seu lucro do 3T17 crescer 30% para R$ 52 milhões, diante do 3T16, impulsionado pelo desempenho financeiro e fiscal.

MRV

A MRV comemora a obtenção de 34,1% de margem bruta no 3T17, o melhor patamar dos últimos 7 anos, com o lucro bruto, de R$ 424 milhões, tendo evoluído 10,7% em relação ao 2T17. A geração de caixa foi de R$ 116 milhões, aumento de 12,1% em relação ao 2T17. O lucro líquido foi de R$ 202 milhões, 43,4% acima do lucro do 2T17 e 34,8% superior aos R$ 150 milhões do 3T16.

MULTIPLUS

No terceiro trimestre de 2017, registrou faturamento de venda de pontos de R$ 570,5 milhões (-7,2% ante 2T17; -3,4% ante 3T16), receita líquida de R$ 550,8 milhões (-6,6% ante 2T17; +1,6% ante 3T16) e lucro líquido de R$ 162,36 milhões (+28,9% ante 2T17; +21,1% ante 3T16). O forte avanço do resultado líquido foi devido principalmente a um efeito não recorrente de atualização monetária e créditos tributários oriundos de antecipações de impostos federais (IRPJ e CSL) no ano de 2010.

QUALICORP

A receita líquida do 3T17 atingiu R$ 547,7 milhões, 5% superior ao 3T16, levando em consideração o reajuste aplicado no período, diante de uma menor receita de Empresarial e Auto Gestão. No comparativo sequencial, houve crescimento de 6,9%, dado o incremento no segmento Afinidades. O lucro líquido do 3T17 foi de R$ 113,3 milhões, 52,6% acima do 3T16, impulsionado por aspectos financeiro e fiscal.

SANEPAR

O lucro líquido alcançou R$ 175,1 milhões versus R$ 114,6 milhões no 3T16, um crescimento de 52.8%. A Receita Líquida teve acréscimo de 16,2%, mas as despesas aumentaram em proporção inferior, ensejando uma elevação de 31,5% no resultado da atividade. Entre as despesas, o destaque foi a queda de 46,8% em provisão para contingências. O resultado financeiro líquido negativo caiu 44,9%.

SER EDUCA

O resultado líquido chegou a R$ 48 milhões no 3T17, um recuo de 1,2% frente ao 3T16. A Receita Líquida cresceu 7,1%, mas as despesas operacionais tiveram expansão maior, da ordem de 27,4%, fazendo com que o resultado da atividade tenha declinado 21,5%. O resultado financeiro líquido negativo, por outro lado, teve queda de 70,8%, compensando parte das perdas operacionais.

TEGMA

O crescimento da receita bruta de 22% no 3T17 em relação ao 3T16 refletiu principalmente a melhora da quantidade de veículos transportados no período e a recuperação da logística industrial. O lucro líquido no trimestre foi de R$ 15,3 milhões (R$ 3,842 milhões no 3T16), impactado positivamente pelo crescimento da receita e pelo controle de custos.

TIM PART S/A

A empresa apresentou um lucro líquido de R$ 279 milhões no 3T17, 51,6% superior aos R$ 184,1 milhões no 3T16. Apesar de um incremento de apenas 4,7% na Receita Líquida, o esforço de racionalização de custos que a empresa vem desenvolvendo surtiu efeito: o lucro bruto cresceu 11,1% e o lucro da atividade 59,1%. O resultado financeiro líquido negativo aumentou 95,1%, compensando em parte a boa performance operacional.