Braskem divulga balanço de 2016 e do 1S17

A Braskem finalizou os trabalhos junto aos auditores independentes e prosseguiu com o arquivamento das suas demonstrações financeiras auditadas referentes ao exercício de 2016 e das informações trimestrais revisadas do primeiro e do segundo trimestre de 2017.

O resultado do exercício de 2016 atribuído aos sócios da empresa controladora foi um prejuízo de R$ 411 milhões e consolidado de R$ 729 milhões. O acordo de leniência firmado em dezembro originou uma provisão de R$ 2,860 bilhões e outras questões geraram despesas adicionais de R$ 659 milhões no ano, totalizando despesa de R$ 3,752 bilhões na rubrica de outras despesas operacionais líquidas. Já no 1T17 a Braskem apurou lucro atribuído aos sócios da empresa controladora de R$ 1,807 bilhão, seguido de R$ 1,090 bilhão no 2T17. No primeiro semestre deste ano, o lucro da Braskem cresceu 140% para R$ 2,897 bilhões.

Celesc tem aumento de tarifas

Os consumidores residenciais atendidos pela Centrais Elétricas de Santa Catarina terão reajuste de 7,93% nas tarifas a partir de 22/8/17. Para a alta tensão, o reajuste foi de 7,77%, para a média tensão foi de 7,9% e para a baixa tensão foi de 7,85%. Notícia neutra.

Fitch atribui rating ao Grupo Copel

A Fitch Ratings atribuiu o rating nacional de longo prazo de ‘AA-(bra)’ para Copel e suas subsidiárias integrais, com perspectiva estável. Segundo o press release da agência, os ratings da Copel e de suas subsidiárias se apoiam na forte geração de fluxo de caixa operacional e na adequada flexibilidade financeira do grupo, que tem comprovado acesso ao mercado de capitais. A análise reflete, ainda, a atuação do grupo como empresa integrada de energia, com importantes ativos de geração, transmissão e distribuição. Ainda, segunda a agência, o rating da Companhia, que nos últimos 6 anos foi de ‘AA+’, foi revisado em decorrência do perfil de crédito consolidado da Copel e do aumento gradual da alavancagem financeira do grupo. Notícia positiva.

Petrobras: produção de petróleo e gás natural em julho

A produção total de petróleo e gás natural no mês de julho foi de 2,74 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,63 milhões boed produzidos no Brasil. A produção média de petróleo no país foi de 2,12 milhões de barris por dia (bpd), volume 3,3% inferior ao de junho, em consequência da parada programada da plataforma P-58, que opera nos campos de Jubarte, Baleia Anã, Baleia Azul e Baleia Franca, na Bacia de Campos. A produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 80 milhões de m³/d, 0,4% abaixo do mês anterior. Em julho, a produção de petróleo e gás natural operada pela Petrobras na camada pré-sal foi de 1,61 milhão bpd, volume 4,3% inferior em relação ao mês anterior, também devido à parada programada da P-58. No exterior, a Petrobras produziu 65 mil bpd de petróleo e a produção de gás natural foi de 8,4 milhões de m³/d, 2,9% acima do volume produzido em junho, em consequência, principalmente, da maior demanda de gás boliviano.