Acionistas da BR Malls elegem conselheiros

Os eleitos vão cumprir mandato até a AGO de 2018. Como conselheiros efetivos independentes foram eleitos Claudio Bruni, Pedro Henrique Nogueira Damasceno, Mauro Gentile Rodrigues da Cunha, Rodolpho Amboss, Marcos Barbosa Pinto, Richard Paul Matheson. Luiz Alberto Quinta é o sétimo membro eleito. Claudia da Rosa Cortes foi eleita membro suplente vinculada ao conselheiro Richard Paul Matheson. José Afonso Alves Castanheira foi eleito membro suplente não vinculado a membro titular específico. A chapa vencedora foi indicada pelos acionistas Dynamo Administração de Recursos Ltda., Dynamo Internacional Gestão de Recursos Ltda. e Richard Paul Matheson.

PDG Realty pede recuperação judicial

Tantas vezes especulado pelos agentes e negado pela PDG, finalmente a companhia e suas controladas/SPE, responsáveis por seus empreendimentos imobiliários, solicitaram o benefício da recuperação judicial. A partir de hoje as ações da PDG passam a serem negociadas sob este título.

Petrobras prossegue com a venda da Petroquímica Suape e da Citepe

Foi proferida decisão concedendo o efeito suspensivo de recurso apresentado pela Petrobras no Tribunal Regional Federal da 5ª Região para a alienação das ações da Companhia Petroquímica de Pernambuco e da Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco. Com a decisão favorável do Tribunal, a Petrobras poderá prosseguir com esta operação de venda. O projeto faz parte das cinco transações que podem ter seus contratos assinados de acordo com a decisão cautelar do Tribunal de Contas da União. Notícia positiva.

Vale resgata bonds

A Vale informa que comunicou nesta data, aos bondholders, o resgate de todos os bonds
com vencimento em março de 2018. O valor de face é de 750 milhões de Euros e o resgate será efetuado em 24 de março de 2017. A operação é consistente com a estratégia de geração de valor ao acionista, fortalecimento do balanço e redução do endividamento. Notícia positiva.

ENERGIAS BR

O lucro líquido chegou a apenas R$ 35,9 milhões no 4T16, o que representou uma substancial queda frente ao lucro de R$ 383 milhões mostrado no 4T15, embora ressaltando-se que a comparação entre os dois períodos fica prejudicada devido a uma série de mudanças ocorridas em critérios contábeis. Houve expressiva perda no resultado operacional (EBIT recuou 54,3%) e o resultado financeiro líquido negativo cresceu 33,9%. As receitas caíram em função de recuo nos volumes vendidos e redução de tarifas e as despesas operacionais tiveram elevação devido ao maior nível de sobrecontratação de energia no segmento de distribuição.

LE LIS BLANC

A Restoque S.A. apurou prejuízo de R$ 61,6 milhões em 2016, ante prejuízo de R$ 17,2 milhões no ano anterior. No 4T16, o prejuízo foi de R$ 15,8 milhões, ante R$ 11,2 milhões no 4T15. A receita líquida foi de R$ 1,1 bilhão em 2016, 5,3% inferior aos 12M15. No 4T16, a receita foi de R$ 311,8 milhões, ficando 0,6% abaixo do 4T16. O faturamento bruto do segmento Le Lis Blanc caiu 8,8% em 2016 e 2,6% no 4T16, enquanto o ticket médio teve alta de 5,0% e 16,9% na mesma base de comparação.

MARCOPOLO

Fechou 2016 com lucro líquido individual de R$ 219,4 milhões, contra R$ 86,9 milhões em 2015 (+152,2%), devido aos efeitos extra operacionais. A receita líquida consolidada alcançou R$ 2,6 bilhões em 2016, com queda de 6%. Destacou-se nessas receitas aquelas decorrentes de exportação (+27,3%) e oriundas das unidades no exterior, sobretudo do México e Austrália. As vendas para o mercado interno, por sua vez, atingiram R$ 788,3 milhões e queda de 37,6%, reflexo da retração do PIB industrial. Em 2016, foram contabilizados R$ 190,4 milhões como “outras receitas operacionais”. Este resultado é, em grande parte, explicado pela alienação de 4,5 milhões de ações de emissão da New Flyer Industries, que gerou um resultado de R$ 268,1 milhões. Em contrapartida, foram provisionados R$ 32,7 milhões, bem como R$ 21,6 milhões para indenizações e acordos trabalhistas e R$ 6 milhões relativo a impairment por conta da operação da Neobus

NATURA

Em meio à recessão econômica, a Natura manteve receita líquida e margem bruta de 2016 em linha com as reportadas em 2015. Mas o aumento das despesas operacionais e a queda da receita financeira derrubaram o lucro de R$ 523 milhões em 2015 para R$ 308 milhões em 2016.

PARANA

Fechou 2016 com lucro líquido de R$ 132,3 milhões, contra R$ 141,907 milhões em 2015 (-6,8%). O ROE perfez 9,6% em 2016, contra R$ 10,5% em 2015 (-0,9 p.p.). A queda de lucro refletiu o avanço das despesas com PDD (+44,7%), seja diante da ampliação do risco no segmento de empresas, seja em consignado, este último devido aos atrasos no convênio do Estado do Rio de Janeiro. Contudo, o Banco ressalta que deixou de atuar com este convênio desde 2013, logo tais atrasos referem-se a uma “safra” antiga de crédito. O índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,9% em dezembro de 2016, contra 3,0% em junho de 2016 e 1,8% em dezembro de 2015. A carteira de crédito perfez R$ 3,8 bilhões, com recuo de 5,1% no ano. Já o indicador de Basileia continuou com larga folga dado o processo de baixa alavancagem, ao atingir 21,9%.

TOTVS

A receita líquida totalizou R$ 2,2 bilhões no ano, redução de 3,5% sobre 2015, com as operações internacionais mantendo a representatividade em 4% da receita líquida em 2016. O lucro de 2016 foi de R$ 152 milhões vs R$ 217 milhões em 2015. A redução do lucro resultou majoritariamente do resultado financeiro negativo registrado em 2016.

ULTRAPAR

Apesar do ambiente macroeconômico de cautela, a Ultrapar e seus negócios mais uma vez mostraram resiliência e larga escala operacional. O lucro atingiu R$ 1,571 bilhão em 2016, aumento de 4% em relação a 2015. A receita líquida do ano cresceu 2% em relação a 2015, totalizando R$ 77,353 bilhões.

VALE

O ano, que começou desacreditado, acabou tendo bom desempenho econômico-financeiro com um sólido desempenho operacional e recordes trimestrais de produção em minério de ferro, pelotas, níquel, cobre, cobalto e ouro. Os preços dos produtos iniciaram o ano de 2016 em níveis baixos, influenciados principalmente pela combinação de menor demanda e expectativa de sobreoferta das principais commodities. Mas a partir do 2T16 a trajetória dos preços mudou o que fez a receita líquida totalizar R$ 94,633 bilhões em 2016 (R$ 78,057 bilhões em 2015). A vale reverteu o prejuízo bilionário de 2015 em lucro de R$ 13,311 bilhões em 2016.

VIAVAREJO

Apresentou lucro líquido de R$ 13 milhões no 4T16, revertendo o prejuízo de R$ 474 milhões no 4T15. No acumulado de 2016, o prejuízo foi de R$ 750 milhões, ante R$ 384 milhões em 2015. A receita líquida foi de R$ 6,9 bilhões no 4T16, em linha com o 4T15. Em 2016, a receita foi de R$ 23,2 bilhões, recuando 8,7% sobre o ano anterior. No 4T16, foram utilizadas estratégias de antecipação de vendas de “Black Friday”, além da própria “Black Friday”, que deu maior competitividade em produtos de baixo giro e privilegiou a rentabilidade nos demais produtos.