AES Tiete E fecha compra de Alto Sertão, da Renova

A Companhia celebrou, com a Renova Energia S.A., um contrato para a compra e venda da totalidade das ações da Nova Energia Holding S.A., detentora, por meio da Renova Eólica Participações S.A., do Complexo Eólico Alto Sertão II. O valor acordado para a aquisição é de R$ 600 milhões. O preço de aquisição está sujeito a determinados ajustes usuais neste tipo de operação incluindo ajustes de capital de giro. Além do pagamento do preço de aquisição, a Companhia assumirá a dívida do projeto Alto Sertão II no valor de R$ 1.150 milhões. Adicionalmente, o preço de aquisição poderá sofrer acréscimo de até R$ 100 milhões sob a forma de earn out, se o desempenho do Complexo Alto Sertão II, apurado após período de cinco anos contados da data do fechamento da operação, exceder a referência mínima assumida. A princípio, até que conheçamos todos os detalhes da operação, parece positivo para a companhia, à qual, há muito, procurava ativos para expandir suas atividades. Para a Light e Cemig, indiretamente, também é positivo, uma vez que estas precisam reduzir sua alavancagem financeira.

BC aprova bonificação de ações do Bradesco

O Banco Central do Brasil aprovou o processo de aumento do capital social do Bradesco no valor de R$ 8 bilhões, com bonificação de 10% em ações, ou seja, 1 ação nova para cada 10 ações da mesma espécie, deliberado na Assembleia Geral Extraordinária de 10/03/2017. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros do Banco no próximo dia 28 de abril. As ações oriundas da bonificação serão incorporadas à posição dos acionistas em 4 de maio e estarão disponíveis para negociação em 5 de maio. As ações PN e ON de emissão do Bradesco passarão a ser negociadas ex-bonificação a partir de 2 de maio.

Eletropaulo esclarece sobre direito de retirada

A empresa esclareceu que, no tocante ao exercício do direito de retirada decorrente da migração para o novo Mercado, que o cálculo do valor do patrimônio líquido (seja no último balanço aprovado, seja em balanço especial levantado) que servirá de base para determinar o valor a ser pago aos acionistas preferenciais que votarem contra a conversão, abstiveram-se de votar ou não comparecerem à assembleia especial, deve levar em consideração, na opinião dos consultores da Companhia, o fato de que a reserva especial de ágio registrada em 31 de dezembro de 2016 no seu balanço patrimonial, no valor de R$670,9 milhões, equivalente, nesta data, a R$ 4,01/ação, por força de deliberação da assembleia, caberá exclusivamente aos acionistas controladores, ainda que sob condição suspensiva, e, portanto, tal valor deve ser excluído da base de cálculo do direito de retirada. A confirmação desse entendimento foi objeto de consulta à CVM, cuja decisão será, quando disponível, divulgada pela Companhia. Notícia neutra.

Energias do Brasil tem forte queda na energia vendida para clientes finais

As entregas para clientes finais teve recuo de 9,6% no primeiro trimestre de 2017, com destaque negativo para a classe industrial, com retração da ordem de 34,6%. Este forte declínio teve como causa principal a intensa migração de clientes cativos para o segmento livre, onde os preços têm estado mais atrativos. O segmento de geração também mostrou diminuição de entregas, devido, especialmente, a diferenças nas estratégias de sazonalização entre 2016 e 2017. No total, a energia entregue pelo Grupo subiu 0,2%, devido ao acréscimo de 19,6% na energia em trânsito, faturada através da TUSD. Notícia neutra.

Gafisa: prévia operacional do 1T17

No 1T17, a Gafisa concentrou esforços na venda de imóveis em estoque e não realizou o lançamento de nenhum novo empreendimento. As vendas líquidas de distratos totalizaram R$ 117 milhões, uma queda de 67% diante dos R$ 356 milhões do 4T16 e um aumento de 75,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Devido à concentração de esforços para vender estoque, aproximadamente 54% das vendas líquidas do 1T17 foram referentes a projetos lançados até o final do ano de 2014. No trimestre, a VSO da Gafisa foi de 6,7%, em comparação aos 3,3% do 1T16 e aos 16,8% do 4T16. Diante do cenário macroeconômico, a Gafisa manteve uma postura conservadora no 1T17.

Paraná Banco: ofertantes decidem preço da OPA

No âmbito da oferta pública pretendida por determinados acionistas para aumento de participação e cancelamento do registro de companhia aberta do Paraná Banco, os ofertantes informaram que atribuíram para cada ação objeto da Oferta, o valor de R$ 11,59, equivalente ao limite máximo do intervalo de preço entre R$ 10,88 e R$ 11,59 indicado no laudo de avaliação elaborado pela PricewaterhouseCoopers. Já ajustada ao preço da OPA, no pregão de ontem a ação PRBC4 fechou cotada a R$ 11,04.