Alupar vai participar do Leilão de Linhas de Transmissão

O Conselho de Administração da Alupar autorizou a participação da companhia no próximo leilão de transmissão, previsto para ocorrer no dia 24 de abril, na sede da BMFBovespa, em São Paulo. A Aneel licitará 35 novos contratos de concessão para construção e manutenção de 7.400 quilômetros de linhas e 36 subestações, com investimento estimado em R$ 13,1 bilhões. Os empreendimentos estão localizados em 20 Estados, com concentração maior nas regiões Sudeste e Sul do país. Notícia positiva.

Cemig recupera R$ 150 milhões em atrasados

A campanha de negociação de débitos da Cemig, que seria encerrada no dia 13 de abril, foi prorrogada por mais 30 dias. A campanha tem como público-alvo os consumidores de baixa tensão (residências, prestadores de serviços e pequenos comércios e indústrias de pequeno porte) que estão inadimplentes com a distribuidora mineira. As novas cartas de cobrança, com prazo estendido, serão encaminhadas nesta semana. Durante a campanha, a Cemig conseguiu recuperar cerca de R$ 150 milhões. Notícia favorável, porque além da queda de consumo e do furto de energia, a inadimplência está entre os principais problemas atuais das distribuidoras.

Banco Pine: não declaração de dividendos ou JCP

O Conselho de Administração do Pine decidiu ontem que não haverá distribuição de proventos aos acionistas referente ao primeiro trimestre deste ano, seja sob a forma de dividendos, seja sob a forma de juros sobre o capital próprio.

Cyrela: prévia operacional do 1T17

Encerrou o trimestre com um volume de lançamentos de R$ 612 milhões, mesmo nível do realizado no 1T16, que foi de R$ 613 milhões, porém com 88% de participação da Cyrela contra 67% nos primeiros três meses de 2016. Dos 3 empreendimentos lançados, 2 foram na cidade de São Paulo e 1 no Rio de Janeiro. As vendas líquidas contratadas somaram R$ 520 milhões, valor 4% inferior ao registrado no 1T16, com as vendas de imóveis prontos tendo se intensificado ao atingir participação de 38% (18% no 1T16). Os dados operacionais resultaram em um indicador de Vendas sobre Oferta de 12 meses de 29,1%, mesmo nível do 4T16 mas inferior aos 32,2% do 1T16. A prévia do trimestre não trouxe novidade a ser comemorada.

Localiza e subsidiária emitem debêntures

O Conselho de Administração aprovou ontem a 12ª emissão de debêntures da Localiza, em série única, não conversível em ações e no montante total de R$ 700 milhões. A emissão será objeto de distribuição pública com esforços restritos de distribuição e seguirá o regime de garantia firme de colocação para a totalidade das debêntures. Os recursos líquidos obtidos com a oferta serão utilizados para recomposição do caixa da Localiza. Da mesma forma, a subsidiária integral Localiza Fleet, emitirá R$ 500 milhões em debêntures simples, cujos recursos serão utilizados para o resgate antecipado facultativo da totalidade das debêntures de sua 2ª emissão e para recomposição de caixa.

MRV: prévia operacional do 1T17

Foi o melhor 1º trimestre em termos de lançamento de empreendimentos, com aumento de 24,5% em relação ao 1T16 e grande concentração no mês de março, quando ocorreu o lançamento das primeiras fases do maior projeto da MRV, o Grand Reserva Paulista, com 7.296 unidades, sendo 100% elegíveis ao MCMV e VGV potencial de R$ 1,7 bilhão. O preço médio por unidade vendida caiu 5,3% no 1T17 vs o 1T16, mas as vendas contratadas aumentaram 7,2%, alcançando R$ 1,3 bilhão, dos quais 42% no Estado de São Paulo, seguido de 10% em Minas Gerais e 9% no Paraná. A partir deste ano, a MRV iniciou uma nova etapa do processo de Vendas Simultâneas com o objetivo de reforçar a estratégia de reduzir o risco de distratos. O novo modelo, chamado Venda Garantida, será implantado durante todo o ano de 2017 e a principal mudança se dará no reconhecimento da venda que passará a ser contabilizada apenas no momento do repasse. Esta mudança nos parece muito importante e bem vinda porque determinará nível de distrato zero. No 1T17 contra o 1T16 o valor total do distrato caiu 15,3% e o percentual do distrato sobre as vendas foi de 20,5%, uma queda de 5,44 p.p.. Outra ocorrência positiva foi o 19º trimestre de geração de caixa recorrente, de R$ 75 milhões, embora isto represente uma queda de 58% em relação à geração de caixa do 1T16. Apesar da crise, foi um trimestre positivo para a MRV.