BR INSURANCE

Fechou 2016 com receita líquida consolidada de R$ 132,1 milhões e queda de 30,7% diante de 2015. O prejuízo líquido foi de R$ 125,1 milhões, redução de 25,4% frente 2015. Em 2016, a empresa prosseguiu com o planejamento de reestruturação operacional, financeira e societária, ao incorporar 20 subsidiárias, que passaram a fazer parte de uma estrutura única e integrada, logo com previsibilidade de ganhos de eficiência no futuro. Em paralelo, a BR Insurance reforçou o caixa com um aumento de capital de R$ 50 milhões. Contudo, seja por conta do quadro conjuntural adverso, seja diante do impairment realizado, por mais um ano a empresa gerou prejuízo.

KROTON

A empresa encerrou o exercício com lucro líquido de R$ 1.864,6 milhões, resultado 33,5% superior a 2015 (lucro líquido de R$ 1.396,1 milhões), sendo que parte do bom desempenho pode ser atribuído a ganho não recorrente de R$ 253,9 milhões, advindos da alienação da Uniasselvi. Entretanto, mesmo se expurgarmos este valor, ainda temos uma boa performance operacional: lucro da atividade crescendo 3,8%, a despeito da retração de 0,4% da receita líquida. O resultado financeiro líquido teve reversão, passando de negativo em R$ 30,9 milhões em 2015 para positivo em R$ 116,5 milhões em 2016.

OUROFINO S/A

A recessão da economia brasileira atingiu também o consumo de produtos animais que vinha em franca expansão e com isso a Ouro Fino reportou uma expressiva queda de 14,5% da receita líquida consolidada em 2016. Além disso, reverteu o lucro de R$ 69,2 milhões obtido em 2015 para prejuízo de R$ 5,2 milhões em 2016.

PETROBRAS

A Petrobras reportou o terceiro prejuízo anual consecutivo. Em 2016 foram R$ 14,824 bilhões, precedido de R$ 34,836 bilhões em 2015 e R$ 21,682 bilhões em 2014. A receita líquida consolidada caiu 12% no ano passado, para R$ 382,589 bilhões, e já havia caído 5% em 2015. Também pelo terceiro ano consecutivo a petroleira não distribuiu proventos aos seus acionistas. Mas há boas notícias como o recorde de produção, a redução de custos e o lucro no 4T16. A dívida bruta em dez.2016, da ordem de R$ 385,784 bilhões, embora ainda altissima, caiu 22% em relação aos R$ 493,023 bilhões em dez.2015.

TEGMA

Reportou lucro líquido de R$ 14 milhões em 2016, ante lucro de R$ 10 milhões no ano anterior. No 4T16, o lucro foi de R$ 13 milhões, revertendo prejuízo de R$ 3,9 milhões no 4T15. A receita líquida de 2016 foi de R$ 924 milhões (-18% sobre 2015) e de R$ 255 milhões no 4T16 (-11% na comparação com o 4T15).