Curtas Empresas

BR Properties: a partir de agora o Credit Suisse (Brasil) CTVM responde pela prestação de serviços de formador de mercado da BR Properties em substituição ao BTG Pactual. O contrato que terá vigência de 1 ano tem por objeto a realização de operações designadas a fomentar a liquidez e melhora do processo de formação de preços das ações BRPR3 de emissão da BR Properties.

Justiça cancela Assembléia da OI
A empresa comunicou que o Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, onde tramita a ação de recuperação judicial das Empresas Oi, acolhendo manifestação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, determinou a suspensão da convocação das Assembleias Gerais Extraordinárias, que iriam ser realizadas em 8 de setembro com o objetivo de destituir membros do Conselho de Administração, bem como a adoção de medidas de responsabilização em face de administradores da Companhia, convocadas pelo acionista Société Mondiale Fundo de Investimento em Ações. O Juízo também determinou, em vista das controvérsias existentes entre acionistas da Companhia, o encaminhamento das partes envolvidas para a realização de mediação, a ser concluída no prazo de 20 dias, prorrogável por vontade dos acionistas. Notícia neutra.

Petrobras: interpelada pela CVM, a petroleira afirmou que o processo competitivo para venda da Liquigás Distribuidora S.A. encontra-se em andamento e que as propostas recebidas estão sendo analisadas. O assunto já é conhecido desde meados de junho e, segundo a Petrobras não há, até o momento, qualquer acordo firmado que confira certeza quanto à conclusão da transação.

Unipar publica novo Acordo de Acionistas
No final de agosto a Unipar já havia divulgado fato relevante comunicando a decisão da Vila Velha, sua acionista controladora, de transferir a gestão da Unipar temporariamente para a Estater. O objetivo é implementar uma reestruturação administrativa e financeira. Com isso, a Vila Velha instituiu usufruto ao direito de voto, em favor da Estáter, sobre 51% das ações ON da Unipar, com quem firmou acordo de acionistas. Nesse sentido, a Estáter elegerá a maioria dos administradores, inclusive o Presidente do CA, e mais dois membros do CF. Já matérias extraordinárias, como reorganizações societárias, alterações estatutárias, alterações na política de dividendos, grupamentos, desdobramentos e bonificações, estarão sujeitas à deliberação em reunião prévia dos acionistas. O Acordo de Acionistas permanecerá vigente pelo mesmo período em que o acordo de gestão estiver válido. A Estáter manterá a gestão da Unipar até 31/12/2017, podendo ser prorrogável para 30/06/2022, caso seja concluída, com sucesso, a oferta pública de aquisição das ações com o objetivo de cancelar o registro de companhia aberta da Unipar.

Consumo de energia cresce 0,9% em julho
Segundo a Empresa de Pesquisa energética, o consumo nacional de energia elétrica atendido através da rede totalizou 37.006 Gwh em julho, com crescimento de 0,9% em relação ao mesmo mês de 2015. O consumo residencial apresentou um aumento de 2,8%. A demanda do setor de comércio e serviços declinou 1,6%, com maior recuo observado no Sudeste (-3,1%). O consumo da classe industrial registrou estabilidade pela primeira vez desde março/2014, reflexo de um mês de julho fraco no ano passado e de progressos em alguns segmentos industriais energo-intensivos. Na mesma direção, o consumo no mercado livre avançou 8,4%. O consumo de energia continua muito fraco no País, reflexo da recessão econômica, mas já mostra tênues sinais de recuperação.

Demanda militar compensa queda na aviação comercial
O estudo anual Panorama Global do Setor Aeroespacial e de Defesa (Global A&D Outlook), realizado pela KPMG com as 76 maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mostrou que 64% dos entrevistados estão confiantes em relação às previsões de crescimento das empresas nos próximos dois anos. O otimismo se dá em função das fabricantes de equipamentos de aeronaves militares e empresas contratadas para prestar serviços para o setor de defesa. O levantamento mostrou que a expectativa de maior demanda entre militares de diversos países está motivando o incremento de investimentos em novos produtos. Assim, as vinte maiores empresas que atuam em Defesa devem ampliar as vendas este ano em um dígito.