Bradesco divulga guidance

O Bradesco prevê crescimento de 1% a 5% em sua carteira de crédito expandida em 2017. O portfólio atingiu R$ 514,99 bilhões em 2016 , o que representa alta de 8,6% em relação ao exercício anterior (considerando os impactos da aquisição do HSBC a partir do 2S16) . O Banco também informou esperar que as despesas com provisões para devedores duvidosos fiquem entre R$ 21 bilhões e R$ 24 bilhões neste ano. Em 2016, esses encargos foram de R$ 24,376 bilhões. Já as receitas com serviços devem crescer de 12 a 16%. Para as despesas operacionais, o Banco espera crescimento de 10% a 14%.

BR Properties

Finalizou a operação prevista no contrato de compra e venda de ativos e ações celebrado em 30 de abril de 2014 com a LPP III Empreendimentos e Participações S.A., sociedade do grupo Global Logistic Properties Limited, cujo objeto era a alienação à LPP de galpões industriais, com a alienação da totalidade das ações detidas pela BR Properties na BRPR 46 Securitizadora de Créditos Imobiliários, proprietária de galpão industrial situado em São Bernardo do Campo com 47.353 m² de ABL. Esta transação estava pendente por conta de disputa arbitral, a qual foi finalizada pelo valor total de R$ 240 milhões. Notícia positiva.

Cemig esclarece notícias

Com relação à matéria que foi veiculada na Revista Exame, em 01/02/2017, intitulada “Deu-se o Apagão”, na qual a Cemig estaria reavaliando contabilmente e se desfazendo de alguns de seus ativos, a companhia informou que “está reestruturando o portfólio de seus ativos visando à readequação do seu endividamento.” Diz ainda que ”a referida notícia ainda faz menção a uma eventual redução de custos devido a alteração na política de pagamento de seguro de vida para os funcionários. A companhia esclarece que, no que se refere à questão da redução de custos citada, ainda não concluiu os procedimentos contábeis relacionados às demonstrações financeiras do exercício de 2016”. Notícia neutra.

IATA anuncia resultado do tráfego aéreo mundial de 2016

A Associação Internacional de Transporte Aéreo anunciou o resultado do tráfego de passageiros mundial para 2016, que terminou com a procura, medida em passageiros-quilômetro transportados ou RPKs, em alta de 6,3% em relação a 2015. Este forte desempenho estava bem à frente da taxa de crescimento da média anul de dez anos de 5,5%. A oferta de 2016 cresceu 6,2% em comparação com 2015, empurrando a taxa de ocupação para o recorde de 80,5%. Uma quantidade recorde de 3,7 bilhões de passageiros voaram em 2016. Ajudou neste desempenho e aumento da conectividade com a criação de mais de 700 novas rotas e uma queda US$ 44 nas tarifas médias de retorno. Para o Brasil, a IATA reportou queda de 4,3% e 1,9%, respectivamente, na oferta e demanda por transporte aéreo em 2016.