Copel revisa prazo para a entrada em operação comercial da Usina Hidrelétrica Colíder

A alteração do cronograma da entrada em operação da Usina Hidrelétrica Colíder é resultado de dificuldades relacionadas ao licenciamento ambiental e ao atraso de fornecedores no cumprimento do cronograma de entrega de equipamentos, dos serviços de montagem eletromecânica e da construção da linha de transmissão associada à Usina. O novo cronograma prevê que a primeira unidade geradora da Usina entrará em operação comercial em dezembro de 2017 e a terceira e última unidade geradora em abril de 2018. O empreendimento localizado no Rio Teles Pires, na região norte do Mato Grosso, conta com investimento de R$ 2,2 bilhões.

Fibria emite US$ 700 milhões em Notes

Através da controlada Fibria Overseas Finance Ltd, foi precificada a emissão no mercado internacional de títulos de dívida no valor de US$ 700 milhões, com coupon de 5,5% a.a.. A liquidação da operação está prevista para ocorrer em 17 de janeiro de 2017 com o vencimento em janeiro de 2027. Os recursos obtidos com a emissão das Notes serão utilizados para investimentos em projetos com benefícios ambientais que contribuem para o alcance das metas de longo prazo de sustentabilidade da Fibria.

Nippon admite ter proposto à Ternium alternância na gestão da Usiminas

Em resposta ao pedido de esclarecimento da BM&FBovespa sobre reportagem de um portal de notícias de Minas Gerais, a Nippon admite ter proposto à sócia Ternium regras específicas para a nomeação alternada do Presidente executivo e do Presidente do Conselho de Administração da Usiminas por cada uma das sócias. A Nippon acredita que o estabelecimento deste acordo, as atuais disputas entre Nippon e Ternium não aconteceriam novamente, dado que outras disputas de gestão ou operacionais poderiam ser resolvidas com base em princípios econômicos ou de negócio da Usiminas. A Nippon propôs que o primeiro mandato sob as novas regras fosse iniciado em maio de 2017 com Sergio Leite como Diretor Presidente e Romel de Souza como Presidente do Conselho de Administração.

Segundo a Nippon, a Ternium respondeu negativamente à sua proposta e insiste na inclusão de um “mecanismo de resolução de impasses” por meio da compra e venda de ações, o que essencialmente significa a saída de uma das partes da Usiminas. A venda das ações se daria sob o movimento nada saudável denominado de “roleta russa”. Talvez esta tenha sido a razão da desaprovação da Sumitomo sobre a redução do capital da Musa, o que proporcionaria o ingresso de recursos de R$ 700 milhões no caixa da Usiminas. Infelizmente, o conflito entre os sócios não cessa e não vemos outra solução para o problema que não a saída de um dos grupos da sociedade.