Curtas Empresas

Marfrig revisa projeções financeiras para 2016

Em função do novo patamar de câmbio médio, da redução dos preços das commodities no mercado internacional, da contratação de spreads de bovinos e da decisão de manter uma planta operacional na Argentina, a Marfrig fez revisões de projeções para o ano de 2016. As maiores mudanças foram no guidance de receita e fluxo de caixa livre para o acionista. Agora, a previsão é de que a receita fique na faixa de R$ 19 a R$ 20 bilhões, abaixo do intervalo de R$ 22 a R$ 24 bilhões esperado no início do ano. Já o fluxo de caixa livre para o acionista, antes esperado variar entre R$ 100 e R$ 250 milhões, com a nova estimativa, será de até R$ 100 milhões.

Multiplan lança 2ª fase de Centro Médico

Devido ao sucesso de locação da 1ª fase do Centro Médico RibeirãoShopping, a Multiplan antecipou o desenvolvimento da 2ª fase do projeto, adicionando ao Centro Médico mais 2 mil m² de Área Bruta Locável. As duas fases formam a 9ª Expansão do RibeirãoShopping, que soma 6,2 mil m² de ABL, e tem inauguração prevista para o segundo trimestre de 2017. O investimento para a 2ª fase será de R$ 12 milhões. Após a entrega da expansão, o shopping center terá 74.842 m² de ABL total, e passará a ser o segundo maior shopping center da Multiplan em Área Bruta Locável.

Randon emite debêntures

Foi aprovada a realização da 4ª emissão de debêntures simples em 2 séries, totalizando o montante de R$ 200 milhões, para distribuição pública com esforços restritos. Serão emitidas 200 debêntures no valor nominal de R$ 1 milhão. Os recursos líquidos captados por meio da emissão serão utilizados para reforço de capital de giro e usos gerais de caixa.

Vale: Ação Civil Pública

Foi proferida decisão no âmbito da Ação Civil Pública em trâmite perante a 12ª Vara Federal, ajuizada contra a Samarco e suas acionistas, a BHP Billiton Brasil e a Vale, determinando que estas últimas, no prazo de 90 dias, comprovem que os vazamentos de rejeitos na barragem de Fundão foram definitivamente estancados. Além disso, as companhias devem apresentar, em 6 meses, estudos conclusivos, com o devido aval dos órgãos ambientais, sobre o plano de ação e viabilidade da retirada da lama depositada nas margens do Rio Doce, seus afluentes e adjacências de sua foz. Por fim, nos próximos 30 dias, devem efetuar uma complementação de depósito no valor total de R$ 1,2 bilhão para acautelar futuras medidas reparatórias.