Curtas Empresas

Previ vai exercer o tag along na CPFL
O Presidente do Conselho de Administração da CPFL recebeu de seu acionista Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ, integrante do bloco de controle da CPFL Energia, carta informando o exercício do direito de venda conjunta (tag along) previsto no Acordo de Acionistas, a fim de alienar em conjunto com a ESC Energia S.A. e Camargo Corrêa S.A. a totalidade de sua participação acionária vinculada ao Acordo de Acionistas da Companhia à State Grid Brazil Power Participações Ltda., subsidiária daState Grid International Development Limited. A chinesa State Grid vai, assim, consolidando sua posição na CPFL e, conforme já se anunciou, é possível que venha a fechar o capital desta companhia.

Profarma compra Rede Rosário da BR Pharma
Por R$ 173,5 milhões, a Profarma firmou contrato de compra com a Brasil Pharma para aquisição da totalidade das ações ordinárias de emissão da Drogaria Rosário S.A. e da totalidade das quotas de emissão da Centro Oeste Farma Distribuidora de Medicamentos Ltda, chamadas Rede Rosário. O negócio envolve um prêmio de R$ 15 milhões para a BR Pharma se a receita bruta acumulada no prazo de 36 meses atingir R$ 2,250 bilhões. A aquisição se insere na estratégia de ampliação de atuação da Profarma no setor de varejo farmacêutico. A Rede Rosário conta com 2.200 funcionários, atende a mais de 700 mil clientes/mês e opera 150 lojas no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e Mato Grosso. Hoje, às 15h00, o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Profarma, Max Fischer, fará teleconferência para apresentar os detalhes e benefícios desta aquisição.

Infraero pode sair das concessões dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão e Confins
Na edição online do último sábado, o Estadão publicou uma entrevista com o Ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, que abordou sobre o destino da participação da Infraero no capital dos concessionários que administram os aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão e Confins. Afirma o jornal: “sem dinheiro, a Infraero poderá sair da sociedade formada com grupos nacionais e estrangeiros para administrar as concessões desses aeroportos”. As concessionárias precisam pagar ao tesouro as parcelas das taxas de outorga oferecidas nos leilões e, segundo a reportagem, a Infraero não tem disponibilidade de recursos para cumprir a sua parte no acordo. A solução pode ser a venda da parte da Infraero em cada um dos negócios. Em outras palavras, isto significaria uma ampliação indireta do Pacote de Concessões recentemente anunciado.