Cyrela: prévia operacional do 2T17

A Cyrela e seus parceiros mantiveram o nível de lançamentos durante o segundo trimestre de 2017, encerrando o período com um volume de R$ 640 milhões, totalizando R$ 1,252 bilhão na primeira metade do ano, 3,4% superior ao realizado no 1S16. As vendas líquidas contratadas no 2T17 avançaram 35,4% e 45,4% sobre o valor das vendas do 2T16 e do 1T17, respectivamente. No total do semestre as vendas líquidas somaram R$ 1,276 bilhão, mais 15,8% sobre os R$ 1,102 bilhão do 1S16. Os dados operacionais resultaram em um indicador de Vendas sobre Oferta de 12 meses de 30,8%, ficando acima do VSO 12 meses apresentado no mesmo trimestre do ano anterior (30,1%) e superior aos 29,1% de VSO apresentado no 1T17. São números satisfatórios.

Fras-le: queda da receita líquida em junho

A receita líquida consolidada em junho atingiu R$ 70,3 milhões ou 5,2% menor que aquela de junho de 2016. No acumulado de janeiro a junho, a receita líquida consolidada totalizou R$ 392,4 milhões ou 6,9% menor que no acumulado no mesmo período do ano anterior. A receita bruta total atingiu R$ 110,2 milhões no mês de junho de 2017 ou 1,7% menor que aquela de junho de 2016. No acumulado de janeiro a junho de 2017, a receita bruta total totalizou R$ 592,2 milhões ou 4,8% menor que no acumulado no mesmo período do ano anterior.

Gerdau: edital da OPA será publicado até 31 de julho

A CVM concedeu ontem o registro da OPA por aumento de participação mediante a permuta de ações ordinárias por ações preferenciais de emissão da Companhia. Tendo em vista a decisão do Colegiado determinando a manutenção do limite proporcional de permuta de ações ordinárias (GGBR3) e preferenciais (GGBR4) de emissão da Companhia, a OPA fica sujeita à adesão de acionistas titulares de no mínimo 39.550.474 ações ordinárias de emissão da Companhia, ou seja, o equivalente a 2/3 das ações ordinárias em circulação. A Gerdau informa que o edital da OPA será publicado até 31/07/2017, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro e no jornal Valor Econômico.

Prumo Logística: constitui empresa de serviços para a indústria de óleo e gás

A subsidiária Prumo Serviços e Navegação e a GranEnergia Navegação constituíram a Dome, onde cada uma tem 50% de participação. A Dome é uma empresa voltada para oferecer soluções integradas de serviços para a indústria de óleo e gás, tais como reparo e manutenção naval; construção, manutenção e montagem de equipamentos diversos relacionados às operações offshore; suporte logístico às operações de oil & gas incluindo armazenagem, movimentação de cargas, logística de tripulação; recebimento e tratamento de água e resíduos; dentre outros. A parceria se dará, em um primeiro estágio, através de um consórcio, e posteriormente por uma sociedade de propósito específico a ser constituída pelas Partes. A Dome pretende contribuir para o aumento da eficiência, otimização de custos e integridade das instalações, visando a sustentabilidade dos projetos e operações da indústria de óleo e gás. A Dome se instalará no Terminal 2 do Porto do Açu, ocupando inicialmente uma área de 47 mil m². A príncípio, boa notícia.

Randon Part: receita líquida sobe em junho

A receita líquida consolidada em junho atingiu R$ 246,9 milhões, 17,8% acima da registrada em jun/16. No acumulado de 2017, a receita líquida consolidada totalizou R$ 1,3 bilhões, 8,5% menor que no acumulado do mesmo período do ano anterior. A Receita Bruta total em junho de 2017 atingiu R$ 353,6 milhões ou 17,8% maior que aquela de junho de 2016. No acumulado janeiro/junho 2017, a Receita Bruta totalizou R$ 1,9 bilhões ou 6,4% menor que no mesmo período do ano anterior.

Vale: relatório de produção mostra novo recorde de produção de minério de ferro

Em comunicado hoje, a Vale reportou recorde de produção de minério de ferro para um segundo trimestre. Foram produzidas 91,849 Mt, 5,8% acima do 2T16. Este desempenho, como não poderia deixar de ser, teve origem, principalmente, ao ramp up dos projetos S11D e Itabiritos. O Sistema Norte (Carajás, Serra Leste e S11D) produziu 41,494 Mt, superando em 13,7% a produção do 2T16, e o Sistema Sudeste (Itabira, Minas Gerais e Mariana) 27,450 Mt de produção de minério de ferro, um crescimento de 9,1% contra o 2T16. A produção de pelotas totalizou 12,2 Mt no 2T17, ficando 1,7% menor do que no 1T17, devido a paradas programadas para manutenção em uma linha da planta de pelotização de Omã, e 21,5% maior do que a produção do 2T16, devido, principalmente, a paradas para manutenção no 2T16 e à retomada de produção na planta de Fábrica em julho de 2016.

A produção de minério de manganês, níquel e cobre caíram 8,2%, 16,0%, 4,4%, respectivamente em comparação aos volumes produzidos no 2T16. A produção de ferro ligas foi 40,3% acima da produção do 2T16 devido, principalmente, ao retorno integral das operações de todos os 4 fornos na unidade de Simões Filho, onde 2 fornos estavam em manutenção nos trimestres anteriores. Já a produção de carvão atingiu recorde para um trimestre de 3,0 Mt no 2T17, com a produção originada exclusivamente nas operações de Moçambique. O total de produção de carvão foi 24,8% e 101,8% maior do que no 1T17 e no 2T16, respectivamente, com dois terços da produção total correspondendo a carvão metalúrgico.

O guidance de produção permanece na faixa de 360-380 Mt, mas a produção para 2017 deve se situar próxima ao limite inferior da faixa. A partir do final de 2018, a Vale deve atingir a base de sua meta de 400Mt. A produção da Vale não decepcionou.