Com as bolsas estrangeiras em alta e de olho na cena política interna, o Ibovespa futuro, às 9h38, registrava valorização de 0,56%. Lá fora o petróleo é negociado novamente em baixa, após a forte queda de ontem, ainda com temores de que não haja acordo entre os maiores exportadores para congelamento da produção. Já os mercados acionários são impulsionados pelas divulgações dos PMIs compostos da zona do euro e da França, em seus maiores patamares em meses. Por aqui o julgamento final do processo de impeachment de Dilma Rousseff está a dois dias do seu início, mas os investidores estão atentos também às votações no Congresso, à espera das aprovações da LDO de 2017 e de destaques do projeto de renegociação das dívidas dos Estados com a União.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro está reagindo à trajetória baixista, mas terá que ultrapassar a resistência imediata de 59.235 pontos para permitir a expectativa de continuação deste repique até as proximidades de 60.000 pontos.

O dólar-futuro confirmou a queda sinalizada na perda da reta de sustentação e tem de objetivo imediato o fundo formado em R$ 3,171 (comentário feito às 09:08 h e baseado no gráfico intraday de 60’).

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Economia em Foco

IPC-S: registrou alta de 0,39% na apuração da 3ª quadrissemana de agosto, 0,09 p.p. abaixo da anterior. Cinco das oito classes apresentaram desaceleração, com destaque para Transportes (0,36% para 0,18%), com a gasolina passando de 0,82% para -0,01%. Outros decréscimos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,91% para 0,67%), Vestuário (0,32% para -0,06%), Comunicação (0,55% para 0,32%) e Despesas Diversas (0,19% para 0,03%). As acelerações ocorreram em: Alimentação (0,69% para 0,70%) e Educação, Leitura e Recreação (1,10% para 1,11%). O grupo Habitação ficou estável pela segunda quadrissemana seguida. O IPC-S segue em baixa, decorrente da economia desaquecida. Estejamos atentos, no entanto, as próximas apurações a possíveis impactos da alta dos insumos elevando os custos da ração e daí das carnes.

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