O Ibovespa futuro aponta para uma abertura positiva no mercado à vista, enquanto nos mercados internacionais a alta é mais comedida. Dados positivos divulgados na China favoreceram as commodities, principalmente o minério de ferro, o que traz melhores perspectivas para o início dos negócios na Bovespa. Por aqui também se avaliam o primeiro decêndio do IGP-M e a Pesquisa Mensal de Comércio referente a novembro (veja mais no item Economia em Foco), além do aguardo pela reunião do Copom, que tem início hoje e termina amanhã. Às 9h36, o Ibovespa futuro registrava alta de 0,84%.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro abriu em alta, mas precisando ultrapassar a resistência imediata de 62.915 pontos, para atingir o lado superior da figura (63.280 pontos) e tentar romper este congestionamento lateral (comentário feito às 09:12 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

O dólar-futuro abriu em queda e teoricamente poderá atingir R$ 3,179, mesmo que depois de algum congestionamento ou tentativa de recuperação para corrigir seu afastamento em relação às Médias Móveis (comentário feito às 09:12 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

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Gestão das Cias Abertas

Rossi

João Rossi Cuppoloni e Rafael Rossi Cuppoloni foram eleitos Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração, enquanto João Paulo Franco Rossi Cuppoloni assume a partir de hoje o cargo de Diretor-Presidente da Rossi.

Economia em Foco

IGP-M registra 0,86% na primeira prévia de janeiro

A FGV anunciou a inflação de 0,86% no IGP-M para o primeiro decêndio de janeiro, após alta de 0,20% em igual período do mês anterior. O IPA-M registrou 1,13%, ante 0,30% em dezembro, com avanço generalizado em sua base, destacando-se o estágio Matérias-Primas Brutas (de 1,44% para 1,92%), motivados pelo itens minério de ferro (de 12,60% para 16,23%), milho em grão (de -4,99% para -1,52%) e leite in natura (de -6,93% para -4,14%). O IPC-M passou de -0,02% em dezembro para inflação de 0,40% em janeiro, com sete das oito classes acelerando, com destaque para o grupo Alimentação (de -0,11% para 0,52%), impulsionado, principalmente, pelo item hortaliças e legumes (de -4,90% para -0,28%). O INCC-M assinalou 0,22% em janeiro, ante 0,12% no mês anterior. Novamente o IPA-M foi o principal destaque no desempenho do índice geral, com avanço no preço das commodities. Acreditamos que o IGP-M se mantenha pressionado em janeiro, podendo acelerar também em fevereiro, pois além da sazonalidade de alguns tributos, haverá o impacto do aumento de combustíveis (diesel e gasolina).

Vendas no varejo cresceram 2% em novembro

Em novembro, pelo IBGE, as vendas no varejo cresceram 2% na comparação com o mês anterior, pelo conceito restrito, após quatro meses de variação negativa. Mas contra novembro/2015 a queda foi de 3,5%, acumulando em 2016 uma retração de 6,4% e -6,5% em doze meses. Das oito atividades pesquisadas, cinco apresentaram variação positiva de outubro para novembro, com destaque para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%). As vendas no conceito ampliado registraram alta de 0,6% em novembro, motivada pelo avanço de 7,2% na atividade material de construção, mas houve queda de 0,3% na atividade de veículos e motos, partes e peças. Segundo a pesquisa, os desempenhos destes segmentos em novembro indicam um movimento de antecipações de compras para o Natal, fato que se acentua a cada ano. Mas as expectativas mais favoráveis seguem sendo postergadas para 2017, pois estamos prevendo queda entre 5,5% e 6% em 2016.

Agenda

Econômia

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