O Ibovespa futuro indica uma abertura negativa no mercado à vista, em sentido contrário ao visto nas bolsas europeias e futuros norte-americanos. Por aqui parece pesar a decisão do banco central da China de elevar os juros da linha de crédito permanente, tentando desalavancar o setor financeiro do país, o que poderia acarretar em menor crescimento. Assim as commodities se ressentem no exterior, com queda das ações das mineradoras.

O contraponto para os avanços das bolsas europeias é a alta das ações do setor financeiro, devido a rumores sobre um decreto para afrouxar a regulamentação sobre o segmento nos EUA.

As principais bolsas europeias operam com ganhos de até 0,7%, enquanto os futuros do Dow Jones e S&P 500 sobem na margem. Já o Ibovespa futuro, às 9h41, registrava baixa de 0,38%.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro abriu em baixa e testando o suporte situado em 64.450/64.420 pontos, que se for perdido aumentará as chances de continuação da queda até o fundo formado em 64.075 pontos (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 60’).

O dólar-futuro conseguiu romper a reta de resistência de baixa e poderá repicar na direção dos objetivos (Fibonacci, representados pelas retas tracejadas) situados em R$ 3,156 e R$ 3,173 (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 60’).

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Balanços 2016

Tim Part 2016

O lucro líquido atingiu R$ 750,4 milhões, uma queda de 64% frente a 2015, uma vez que este foi influenciado por receitas não recorrentes. A receita líquida recuou 8,9%, influenciada pela fraqueza do mercado e pelo corte nas tarifas de interconexão. A nível de margens, os balanços não são comparáveis, devido às receitas não recorrentes ocorridas no ano anterior. O resultado financeiro líquido negativo subiu 64,1%, tendo em vista a elevação do endividamento líquido.

Economia em Foco

IPC-Fipe registra 0,32% em janeiro

A Fipe divulgou o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) que registrou alta de 0,32% na 4ª quadrissemana de janeiro, contra 0,72% no encerramento do mês anterior. Dos sete grupos pesquisados, cinco assinalaram desaceleração, que foram: Habitação (de 0,86% para 0,01%), Alimentação (de 0,27% para 0,16%), Transportes (de 0,53% para 0,50%), Despesas Pessoais (de 1,18% para 0,12%) e Vestuário (de 1,83% para -0,86%). As acelerações ocorreram nos grupos Saúde (de 0,36% para 0,70%) e Educação (de 0,03% para 6,51%). Estamos em período sazonal de aumento das mensalidades e material escolar, além da cobrança de impostos e taxas anuais, havendo possibilidade de repique do IPC em fevereiro. Nossa expectativa para o índice ao final do ano está em 5,1%, abaixo dos 6,54% de 2016.

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