Ontem o Ibovespa fechou acima dos 65 mil pontos, no maior patamar em quase cinco anos, ignorando o mau desempenho das bolsas estrangeiras e amparado na perspectiva de queda da Selic e valorização do minério de ferro. Nesta manhã o Ibovespa futuro sinaliza para a continuidade do movimento altista, mesmo que em menor intensidade, contando também com a melhora do apetite a risco no exterior. Lá fora as atenções ainda estão voltadas para Donald Trump, que ontem cumpriu uma de suas promessas e retirou os EUA do Tratado Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), mas segue sem anunciar estímulos econômicos e investimentos. Os investidores avaliam a decisão da Suprema Corte do Reino Unido, que indicou que a primeira-ministra, Theresa May, deve consultar o Parlamento antes de iniciar o Brexit. As bolsas europeias operam em alta, assim como os futuros do Dow Jones e S&P 500. Já o Ibovespa futuro, às 9h43, registrava alta de 0,07%.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro tenta manter os avanços, mas trabalhando com níveis excessivamente elevados no Indicador de Força Relativa para permitir a expectativa de continuação da tendência sem prévio congestionamento ou pequena realização (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 60’).

O dólar-futuro está em situação indefinida, podendo repicar até R$ 3,206 se ultrapassar a resistência imediata de R$ 3,191 ou cair até R$ 3,145, se perder o suporte representado pelo fundo formado em R$ 3,16 (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 60’).

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