Com a volta das atividades nas bolsas norte-americanas, após o feriado de ontem, os mercados internacionais operam em alta nesta manhã. Os indicadores PMI composto, que englobam os setores industriais e de serviços, mostraram avanços nas atividades na Alemanha, França e zona do euro. Os balanços corporativos na Europa se mostraram mistos, sendo que o resultado do HSBC pesa sobre o desempenho das ações do banco e da Bolsa de Londres.

Por aqui a Bovespa deve abrir em alta, em continuidade ao movimento de ontem. A valorização das commodities é mais um fator positivo, com a alta do minério de ferro no mercado à vista da China e dos contratos futuros de petróleo. Às 9h43 o Ibovespa futuro operava em alta de 0,46%.

Errata: ontem afirmamos equivocadamente que, com o fim do horário de verão, o encerramento dos negócios no mercado à vista da Bovespa voltaria a ocorrer às 17h. A mudança do horário de negociação ocorrerá a partir de 13/03/2017.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro abriu em alta, mas precisará se sustentar acima do topo anterior (69.720 pontos) para permitir a expectativa de extensão dos avanços até 70.500 pontos (comentário feito às 09:12 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

O dólar-futuro experimenta nova recuperação e se ultrapassar a resistência imediata de R$ 3,11/3,113 poderá atingir a reta de baixa, que neste momento passa em R$ 3,125 (comentário feito às 09:12 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

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Balanços 2016

B2W

Apurou prejuízo líquido de R$ 102,3 milhões no 4T16, ante prejuízo de R$ 161,2 milhões no mesmo período do ano anterior. Em 2016, o prejuízo foi de R$ 485,9 milhões, ante prejuízo de R$ 418,4 milhões em 2015. A receita líquida foi de R$ 3,0 bilhões no 4T16, superando o 4T15 em 4,0%. No acumulado de 2016, a receita foi de R$ 8,6 bilhões, 4,6% inferior na comparação com 2015.

Ecorodovias

A partir de 2016 os ativos, passivos e resultados da Elog passaram a ser classificados na rubrica “Ativos e Passivos de operações descontinuados/mantidas para venda” no Balanço e como “Lucro/prejuízo de operações descontinuados/mantidas para venda” na DRE. Desta forma, a receita líquida pró-forma atingiu R$ 2,4 bilhões em 2016 (+3,7%), tendo a receita líquida pró-forma das concessões rodoviárias atingido R$ 2,1 bilhões. O lucro líquido comparável, que exclui o efeito da baixa dos ativos mantidos para venda (Elog), impairment e baixa de imposto diferido do Ecoporto, atingiu R$ 269,7 milhões em 2016 (+116,1%). A receita operacional líquida consolidada do exercício de 2016 atingiu R$ 2,8 bilhões (+3,4%) e pelo mesmo critério a Ecorodovias apurou prejuízo de R$ 949 milhões (lucro de R$ 116 milhões em 2016).

Lojas Americanas

Apresentou lucro líquido de R$ 255,6 milhões no 4T16, superando o 4T15 em 25,2%. No acumulado de 2016, o lucro foi de R$ 211,7 milhões, 15,4% abaixo do ano anterior. A receita líquida de vendas e serviços foi de R$ 6,3 bilhões no 4T16, avançando 7,7% sobre o mesmo período do ano anterior. Em 2016, a receita foi de R$ 18,1 bilhões, superando 2015 em 1,0%.

Lopes Brasil

Em 2016, a Lopes Brasil registrou prejuízo líquido de R$ 37,48 milhões, contra prejuízo líquido de R$ 371,14 milhões em 2015, pelo balanço individual. O Ebitda ajustado em 2016, por sua vez, foi de R$ 19,98 milhões. Frisa-se, por outro lado, que o Ebitda contábil de 2016 foi negativo de R$ 13,57 milhões. A diferença entre um e outro decorre da (i) reversão (perda) por Impairment, (II) perda na alienação de investimentos, (III) despesas não recorrentes.

Metalfrio

Registrou lucro líquido individual de R$ 14,88 milhões em 2016, revertendo o prejuízo líquido de 2015 de R$ 109,79 milhões. Um dos destaques foi a melhoria do resultado financeiro líquido, que passou de despesa de R$ 134,1 milhões em 2015 para despesa de R$ 17,8 milhões em 2016, reflexo do efeito positivo na dívida em moeda estrangeira, visto a valorização de 16,6% do real em relação ao dólar americano em 2016.

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