A Bovespa registrou ontem um giro financeiro de R$ 1,62 bilhão, ante média diária de R$ 7,4 bilhões no ano. Nesta terça-feira o retorno do funcionamento das bolsas nos EUA e Europa, com exceção de Londres, deve trazer um pouco mais de volume de negócios, mas este ainda seguirá restrito. As bolsas europeias operam ligeiramente positivas, enquanto os futuros do S&P 500 e Dow Jones mostravam recuos marginais. O petróleo não apresenta tendência definida, com os contratos futuros do WTI em alta de 0,2% e o Brent com leve recuo de 0,1%. Por aqui os investidores aguardam os dados fiscais do governo consolidado no mês passado, após os números de ontem do governo central mostrarem o maior rombo para o mês de novembro na série histórica. A agenda norte-americana também estará no foco, com a divulgação do índice de confiança do consumidor. Às 9h35 os contratos de Ibovespa futuro mostravam alta de 0,40%.

Foco Gráfico

O Ibovespa-futuro abriu em alta e rompendo a resistência imediata de 59.815 pontos, aumentando as chances de continuação dos avanços até o topo formado em 60.440 pontos (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

O dólar-futuro tem a reta de resistência de baixa passando neste momento em R$ 3,296 e terá que vencê-la para permitir a expectativa de continuação desta tendência de alta até R$ 3,316. Por outro lado, em caso de perda do suporte imediato de R$ 3,278, poderá acontecer nova queda na direção do fundo formado em R$ 3,264 (comentário feito às 09:10 h e baseado no gráfico intraday de 30’).

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Economia em Foco

ICS recua 1,4 ponto em novembro

Segundo a FGV, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 1,8 ponto (ou 2,3%) em dezembro, para 77,5 pontos, ante queda de 1,4 ponto em novembro. O índice recuou em 9 das 13 atividades pesquisadas. Na base do ICS o destaque ficou com o Índice de Expectativas (IE-S), que recuou 2,9 pontos, para 81,6 pontos, com destaque para a queda de 3,8 pontos no indicador de Tendência dos Negócios para os seis meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA-S) recuou 0,7 ponto, para 70,2 pontos, com queda de 1,3 ponto do indicador de Situação Atual dos Negócios (69,7 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 0,1 p.p. em dezembro, para 82,7%. Segundo a FGV, “as empresas do setor de serviços seguem no movimento de revisão para baixo das expectativas sobre a evolução dos negócios no curto prazo. Com avaliações sobre a situação corrente em patamar historicamente muito baixo e praticamente estáveis ao longo do segundo semestre, a curva de confiança passa a apresentar tendência de queda no último trimestre de 2016. A mensagem dos números da sondagem de serviços nesse final de ano é de que o setor deve prosseguir com fraco desempenho no início de 2017.”

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