ECORODOVIAS:

a concessionária venceu o leilão para a concessão da prestação de serviços de operação, manutenção e investimentos, como a implantação de equipamentos de tráfego e atendimento ao usuário, do Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas por um prazo de 30 anos. A EcoRodovias ofereceu R$ 420 milhões de outorga para operar e manter os 47,6 km do trecho rodoviário, que ainda está em construção pelo Dersa e deverá ser concluído em 2019. O Rodoanel Norte vai interligar o maior aeroporto brasileiro, Cumbica, com o maior porto, em Santos. A Ecorodovias afirma que a aquisição desse ativo é consistente com a estratégia do Grupo de focar nos ativos de concessões rodoviárias e alongar o prazo de duração do portfólio de concessões. Logo após a divulgação do comunicado ao mercado, as ações da Ecorodovias caíram. Mas a notícia é boa e a queda das ações pode estar relacionada apenas ao equívoco cometido pela empresa, que antes divulgou ter oferecido R$ 800 milhões pela concessão.

ELETROBRAS:

o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, declarou ontem que o projeto de lei sobre a privatização da Eletrobras deve ser enviado ao Congresso no início de fevereiro. Polêmicas e resistências continuam prevalecendo sobre o tema, pressionando as ações da Eletrobras, que podem reverter a queda recente a qualquer momento.

EMBRAER:

os bancos de investimento Citi e Goldman Sachs parecem que são as novas instituições financeiras que vão assessorar a Embraer nas negociações com a Boeing. A coluna do Broad deu a notícia e a Embraer, em resposta à B3, disse apenas que vem consultando assessores financeiros e legais, entre aqueles que usualmente utiliza em suas operações. Diante disso, acreditamos que a notícia procede e as negociações com a Boeing avançam.

LIX DA CUNHA:

a B3 lembrou que até o pregão do dia 16 de janeiro, as ações de emissão da Lix da Cunha serão submetidas ao procedimento de leilão durante todas as sessões de negociação, sendo que a partir de 17 de janeiro a listagem desta companhia sera cancelada. Atenção acionistas.

RUMO:

confirmou a precificação e colocação de títulos de dívida no mercado internacional, por meio de senior notes 2025, de emissão de sua subsidiária, Rumo Luxembourg, no valor total de US$ 500 milhões. Os títulos terão vencimento em janeiro de 2025, com juros de 6% ao ano, pagos semestralmente. Segundo a empresa, as notas 2025 receberam classificação BB- pela agência Fitch Ratings e B+ pela agência de rating Standard & Poor’s. Boa notícia.

SID NACIONAL:

a CSN negou ontem a noite a notícia do O Estado de São Paulo, onde o jornal afirmou que a venda da fatia detida pela CSN na Usiminas tem chances de, enfim, ocorrer. O jornal disse que o Bank of America Merril Lynch e o Morgan Stanley estão sondando investidores para destravar o negócio até o fim desta semana, em uma venda de um block trade, ou seja, em um leilão agendado na B3. Em resposta à interpelação da Superintendência de Acompanhamento de Empresas e Ofertas de Valores Mobiliários de Renda Variável da própria B3, a CSN negou a notícia mas disse que mantém de forma contínua relacionamento com bancos e agentes do mercado de capitais, contudo, neste momento, não existe qualquer ato vinculante que constitua informação relevante a ser divulgada. Aos acionistas de ambas as empresas só resta aguardar por comunicados oficiais.