Cemig transfere ativos para Taesa

A empresa celebrou instrumento que envolve a transferência para a Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. das participações acionárias detidas pela Cemig nas seguintes concessionárias de transmissão de energia elétrica: Companhia Transleste de Transmissão S.A., Companhia Transudeste de Transmissão S.A. e Companhia Transirapé de Transmissão S.A. .O valor da operação é de R$ 76,7 milhões, que será pago na data de seu fechamento. Poderá ser devido, ainda, pela Taesa à Cemig, uma parcela adicional de preço no valor máximo de R$ 11,8 milhões caso essas empresas obtenham decisão favorável em determinados processos judiciais que se encontram em curso, conforme condições estabelecidas no instrumento da Reestruturação Societária. Trata-se de mais uma medida tomada pela companhia, no âmbito de seu programa de reestruturação e desalavancagem financeira. Notícia favorável.

Energias do Brasil divulga dados referentes ao 2T17

As vendas totais de energia tiveram recuo de 0,8%, sendo queda de 2,6% na EDP Espírito Santo e elevação de 0,4% na EDP São Paulo. As maiores quedas continuam incidindo nas classe industrial (-30,8%) e comercial (-14,6%). Parte dessa forte queda é devida à recessão e parte em virtude da migração de clientes para o mercado livre. A denominada “energia em trânsito”, experimentou acréscimo de 17,6%. Na área de geração a queda foi de 2,4%. Notícia negativa.

Eztec: prévia operacional

A Eztec lançou no 2º trimestre o seu primeiro lançamento deste ano: o Legittimo Vila Romana, um empreendimento residencial de alta renda, localizado na Vila Romana, na Zona Oeste de São Paulo, com 54 unidades e VGV de R$ 49,5 milhões. As vendas líquidas do 2T17 atingiu a melhor marca em seis trimestres, tendo o Legittimo Vila Romana contribuído para a melhora da velocidade de vendas do segundo trimestre porque com 30 dias do lançamento, 40% das unidades já haviam sido vendidas. Por outro lado, a Eztec afirma que as vendas de estoque do trimestre foram sensivelmente impactadas pela turbulência política do período. De qualquer forma, as vendas contratadas caíram de 2007 a 2016 a uma média anual de 16% e, se não fosse o lançamento do segundo trimestre, as vendas líquidas da primeira metade deste ano teriam recuado 69% frente ao volume do primeiro semestre de 2016.

Itaúsa: mais sobre a aquisição da Alpargatas

Nas últimas reuniões públicas com analistas e investidores, a Itaúsa revelou a intenção de diversificar seu portfólio de investimentos que atualmente está concentrado no Itaú Unibanco. O foco da diversificação da Itaúsa é em setores com risco irrelevante de execução, caso de ex start-ups, em negócios com baixo risco regulatório e empresas com boa geração de caixa, rentabilidade e perspectiva de criação de valor. A Itaúsa também revelou claramente a preferência por setores que tenham baixa correlação com o setor financeiro e por transações com ticket médio de R$ 1 bilhão. Nesse contexto de preferências, é que se enquadra a aquisição de participação relevante na Alpargatas, negócio que consideramos positivo. A aquisição do controle da Alpargatas pela Itaúsa, BW e Cambuhy gera necessidade de OPA para aquisição do restante das ações ordinárias de emissão da Alpargatas em circulação no mercado à preço equivalente a 80% do preço oferecido à J&F. Hoje, às 11h00, será realizada teleconferência sobre o assunto.

MRV: prévia operacional

Segundo a MRV o 2º trimestre deste ano foi o melhor trimestre de lançamentos da sua história. No total do 1º semestre houve um aumento de 21,3% em relação ao VGV lançado no 1S16. Todos os lançamentos foram elegíveis ao FGTS, aumentando o volume de unidades em estoque com foco no segmento econômico. O volume de lançamentos nas cidades de grande porte pela MRV ao longo do 1S17 contribuiu para o aumento das vendas em relação ao 1S16, que atingiram R$ 2,773 bilhões (+7,1%). Já as vendas líquidas de distratos avançaram 13,4%, para R$ 2,219 bilhões, e continuam em nível elevado como reflexo da melhoria do processo de repasse. Neste primeiro semestre o volume de distrato sobre as vendas caiu para 20%. A MRV chegou ao vigésimo trimestre de geração de caixa recorrente e vem mantendo sua eficiência de construção, além de priorizar as unidades vendidas no seu planejamento de produção.