ALPARGATAS

O incremento no faturamento de Havaianas, Mizuno e Osklen, por crescimento no volume vendido e, no caso de sandálias também por aumento do preço médio, resultou no aumento da receita líquida no Brasil. Em Sandálias Internacional, a receita líquida em reais foi beneficiada pela valorização do dólar e do euro, mas, mesmo assim, ela ficou abaixo do 1T17 por causa da queda no faturamento em moedas estrangeiras na maioria das regiões. O lucro líquido consolidado do trimestre totalizou R$ 112,8 milhões, com margem de 12,5%, e uma queda de 37% sobre o lucro obtido no 1T17. As variações mais significativas do lucro líquido consolidado do 1T18 foram: menos R$ 78,8 milhões no Ebitda, mais R$ 13 milhões no IR, menos R$ 1,8 milhão com variação cambial de ativos e passivos financeiros e com o resultado financeiro.

BRADESPAR

Prejuízo de R$ 283 milhões no 1T18 vs lucro de R$ 423 milhões no 1T17. Enquanto a equivalência patrimonial da Vale foi positiva em R$ 325 milhões, o resultado financeiro foi negativo em R$ 265 milhões, devido, principalmente, a receita sobre aplicações financeiras e aos juros das debêntures, impactado pela taxa básica de juros no período.

CESP

A empresa encerrou o 1T18 com prejuízo líquido de R$ 3,7 milhões, contra lucro líquido de R$ 72,5 milhões no 1T17. A Receita Líquida cresceu 8,8% e o resultado da atividade caiu 63,1%, com perda de margem próxima a 16 p.p. O resultado financeiro líquido positivo teve recuo de 70,2%.

M.DIASBRANCO

A receita líquida cresceu 0,9% frente ao 1T17, destacando-se: a expansão dos volumes em todas as linhas de produtos e o crescimento acelerado nas regiões Sul e Sudeste, resultado das ações comerciais e de marketing e da evolução em andamento da cadeia de suprimentos. A M.Dias Branco manteve a liderança nacional nas linhas de biscoitos e massas mas o lucro líquido caiu 26,2% frente ao 1T17. Queda de 3,3% do preço médio de principalmente nas linhas de massas, farinha e farelo de trigo e aumento de 8,4% dos custos dos produtos vendidos, além da redução das receitas financeiras e aumento da depreciação e amortização sobre o CPV, explicam a redução do lucro no 1T18.