A taxa de juros bateu mais um recorde de mínima história, chegando à 2,25% a.a.. Isso significa que os rendimentos mais conservadores como o Tesouro Selic renderão menos do que nos últimos anos. 

Com isso, os planejamentos dos clientes que levavam em conta um rendimento alto para atingir os seus objetivos mudam completamente. Eles precisarão aumentar os aportes nos investimentos, ou correr mais riscos para buscar juros maiores. 

O que deve ficar mais claro para o seu cliente é o que significa esse “risco a mais” em sua carteira. Deve ficar bem claro que os investimentos em renda variável, como as ações, têm uma capacidade de rendimento maior, mas que também sofrerão variações negativas. 

O assessor nunca deve prometer que vai avisar quando o mercado começar a cair, e nem que ele conseguirá prever essa queda. Isso está totalmente fora do controle de qualquer pessoa. O cliente deve entender que não existe o “se o mercado cair”. Investindo à médio e longo prazo, podemos ter certeza de que os investimentos em renda variáveis vão cair. 

Pode ser interessante conversar com o cliente sobre a possibilidade dele decidir por começar bem aos poucos os investimentos em renda variável. Somente depois de perceber como ele irá se comportar após um momento de queda, ele estará preparado para aumentar a exposição a investimentos variáveis. 

Deixe claro que enquanto houver crise, a volatilidade tende a se manter alta, tanto para baixo quando para cima.  

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