Quando o assunto são as questões econômicas que envolvem a região amazônica, geralmente o debate gira em torno de certas polêmicas que envolvem a exploração dos recursos locais para o fornecimento de commodities.

Por essa ser uma região muito importante para o mundo todo, o uso do local para o desenvolvimento econômico esbarra em problemas ambientais e humanitários, visto que o desmatamento da Amazônia pode ser prejudicial para as comunidades locais e para todo o planeta.

Felizmente, cientistas e pesquisadores sugerem uma terceira via para a solução desse problema. Eles defendem o uso de tecnologias para um desenvolvimento econômico que possa gerar renda na região e, ao mesmo tempo, preservar o local e as suas comunidades tradicionais.

Neste artigo, explicamos tudo o que você precisa saber sobre esse projeto chamado Amazônia 4.0. Acompanhe!

 

Qual a história da exploração da Amazônia?

Antes de compreendermos a nova perspectiva para a exploração consciente da região amazônica, é válido entender como ocorreu, ao longo dos anos, a relação entre desenvolvimento econômico e os recursos dessa região tão rica.

A Amazônia foi utilizada de diversas formas, desde a coleta de produtos naturais até como espaço para mineração e agronegócio, passando pela necessidade da preservação dos povos nativos e da natureza da região. A seguir, analisamos mais a fundo como ocorreu esse processo.

 

Durante a Colônia e Império

Uma das iniciativas que marcaram o início da exploração na Amazônia ocorreu ainda nos primeiros anos da história colonial do Brasil, em 1637. Nesse momento, uma expedição patrocinada pelo então estado do Maranhão e Grão-Pará enviou aventureiros para desbravar a região.

Embora ainda existisse o Tratado de Tordesilhas, que deixava a maior parte da região para os espanhóis, isso não impediu os portugueses de ampliarem o seu território. Avançando nas expedições, construíram vilas, capturaram e escravizaram nativos da região e coletaram uma série de produtos valiosos na floresta, como a castanha e ervas medicinais.

A partir de 1870, já com a Amazônia incorporada à região dominada por Portugal, a economia do local passou a ser dinamizada. Uma das atividades que mais ganhou destaque foi a exploração do látex, muito importante para o ciclo da borracha.

Extraído das seringueiras, o produto se tornou fundamental para a indústria mundial, que crescia cada vez mais. Dessa forma, uma elite local foi organizada para explorar o recurso, enquanto o governo incentivou campanhas para atrair pessoas para trabalhar nos seringais.

 

Durante os primeiros anos de República

Nos primeiros momentos da República Brasileira, a região amazônica cresceu bastante por conta da exploração do látex. Cidades como Belém e Manaus se desenvolveram tendo como base essa atividade econômica e cada vez mais iniciativas surgiram para atrair mão de obra para o local.

Contudo, durante a década de 1910, a Malásia começou a fazer concorrência na produção do látex, prejudicando o Brasil. Isso gerou uma crise e, posteriormente, uma recessão econômica na região amazônica.

Em 1930, quando Getúlio Vargas assumiu o poder, a recuperação da economia da região foi uma de suas prioridades. Dois fatores auxiliaram a retomada econômica no local: iniciativas governamentais que estabeleciam colônias agrícolas e a Segunda Guerra Mundial.

Com o avanço do conflito global, o Japão invadiu a região da Malásia, impedindo o acesso dos EUA ao látex. Por conta disso, o Brasil se comprometeu a dobrar a sua produção para fornecer o material aos Aliados. Dessa forma, o governo de Getúlio desenvolveu campanhas para atrair cada vez mais trabalhadores aos seringais.

Mas quando a Segunda Guerra mundial acabou, a produção e a exportação do látex asiático se normalizaram novamente e a demanda pelo produto brasileiro caiu. Demorou algumas décadas até que a região amazônica voltasse a ser foco de políticas nacionais.

 

Amazônia durante a ditadura militar e o período democrático

Com a chegada dos militares ao poder, a política adotada entendia ser necessário ocupar todo o território e integrar a região nacional para evitar ataques estrangeiros. Por isso, houve um grande estímulo à ocupação da região amazônica, mas a forma como essa ocupação ocorreu gerou grandes controvérsias.

Com o intuito de “integrar para não entregar”, o governo militar lançou uma série de campanhas para povoar a região. Diversas obras de infraestrutura, exploração mineral e expansão agrícola ocorreram nesse período. Em 1970, com o Programa de Integração Nacional, houve o estímulo à migração para a região.

Um dos projetos centrais foi o de abertura de rodovias, como a Transamazônica, que ligaria Paraíba e Amazonas, além da BR-174, que faria conexão de Manaus à Venezuela. Programas de mineração, como o Programa Grande Carajás, também marcaram o processo de ocupação do local.

Embora sejam exemplos de desenvolvimento econômico, as iniciativas do Governo Militar para a Amazônia foram marcadas pelo desmatamento da região e pela violência contra os nativos. Etnias foram quase dizimadas e áreas extensivas de mata virgem foram ocupadas. Quando o regime terminou, houve a necessidade de mudar essa realidade.

Com a Constituição de 1988, foram reconhecidos os direitos dos povos indígenas e a necessidade da demarcação de suas terras. Também nesse momento a preservação do meio ambiente ganhou cada vez mais centralidade no debate mundial, com conferências importantes, como a Rio-92.

A partir de então, iniciativas governamentais, em maior ou menor grau, têm atingido a região. Em um primeiro momento, as taxas de desmatamento foram reduzidas e diversas terras foram demarcadas. Contudo, nos últimos anos, essa realidade tem sido revertida.

Atualmente, novas políticas são adotadas no sentido de possibilitar uma retomada econômica da região. A justificativa é de que é necessário ocupar e desenvolver o espaço. Mas tais ações têm favorecido o desmatamento do local, o que coloca o Brasil na contramão dos valores compartilhados pelas grandes nações do mundo.

Com esse dilema, surgem iniciativas que buscam aliar o desenvolvimento econômico da Amazônia com a preservação do meio ambiente, estabelecendo, por meio de tecnologias e pesquisas, uma aliança com os povos tradicionais. Essa nova perspectiva, também conhecida como “Terceira Via”, tem sido conhecida como Amazônia 4.0.

 

O que é a Amazônia 4.0?

Analisando a história da exploração e o desenvolvimento econômico na região amazônica é possível perceber que existem dilemas, especialmente os relacionados à sustentabilidade, ao planeta e à qualidade de vida dos povos locais, que precisam ser considerados antes de se lidar com a região.

Esse debate é amplo e ganha novos interessados a todo momento. Empresas de tecnologia, pequenos produtores, gestores públicos e pesquisadores têm buscado formas para aliar o desenvolvimento econômico à preservação do ambiente e das comunidades tradicionais.

Nesse sentido, em 2019, no 1º Encontro de Bioeconomia e Sociobiodiversidade da Amazônia foram debatidos meios para a inserção de tecnologias digitais na produção agrícola e extrativista do bioma. Um dos projetos discutidos no encontro e que mais chamou a atenção foi o da Amazônia 4.0, apresentado pelo pesquisador da USP, Carlos Nobre.

De acordo com o cientista, o Brasil não utiliza todo o potencial da biodiversidade do bioma amazônico. Dessa forma, o projeto apresentado por ele tem como premissa a utilização de tecnologias como a Inteligência Artificial, a nanotecnologia, Internet das Coisas e o blockchain para utilizar melhor os recursos da região.

A proposta é pautada na criação de laboratórios móveis, que possam ser utilizados para a produção local e também para capacitação da comunidade local — sempre realizando atividades que permitam um desenvolvimento sustentável, aproveitando energia limpa e demais fontes ecológicas.

Caso o projeto seja bem-sucedido, aponta Nobre, será possível transformar a floresta em um centro tecnológico e de empreendedorismo sustentável, criando uma forte economia local na região. De acordo com o pesquisador, são diversos os recursos que o bioma fornece, mas falta tecnologia adequada para que eles sejam corretamente aproveitados.

Em outras palavras, a Amazônia 4.0 é um projeto desenvolvido por pesquisadores e que busca utilizar as tecnologias mais atualizadas para promover um desenvolvimento econômico sustentável na região amazônica, ao mesmo tempo em que estimula a economia e o crescimento dos povos locais.

Dessa forma, ele pretende romper com o antigo paradigma que enxerga na região apenas a possibilidade de fornecer commodities ou de preservar a biodiversidade sem o desenvolvimento econômico. É a possibilidade de gerar uma bioeconomia na floresta.

 

Como a Amazônia 4.0 funciona?

Esse projeto de desenvolvimento sustentável na Amazônia utiliza novas tecnologias para poder aproveitar melhor a biodiversidade que a região apresenta. Mas é importante compreender quais são essas tecnologias e de que forma elas podem alcançar esse objetivo.

Com a criação dos laboratórios móveis, será possível capacitar a comunidade local para utilizar os recursos de forma sustentável e desenvolver produtos com alto valor agregado e que não causem danos ao meio ambiente no curso de seu processo.

Nesses laboratórios, cientistas, engenheiros e especialistas em tecnologias entrarão em contato com cerca de 30 a 100 moradores de comunidades locais. A interação de ambas as partes é fundamental para que possam trocar experiências mutuamente e, assim, compreender a melhor forma de utilizar os recursos.

O objetivo do programa é realizar aulas com os nativos, que poderão acontecer em tendas ou plataformas flutuantes, ao longo do período de quatro meses. Por ano, o objetivo é realizar cerca de seis cursos. Assim, capacitando o maior número de pessoas possível.

Três tipos de laboratórios devem ser criados para efetivar o projeto, cada um dedicado a pesquisa e desenvolvimento de diferentes culturas. Já existem, nesse momento, unidades dedicadas à cultura do cupuaçu e do cacau. Com o tempo, o intuito é implementar uma nova unidade dedicada à castanha.

Por meio da utilização de tecnologias modernas é possível desenvolver técnicas que tirem grande proveito desses recursos naturais. Na unidade de cupuaçu, por exemplo, utilizando impressoras 3D, será possível introduzir nutrientes do bacuri, aumentando o valor nutricional do alimento.

Esse é apenas um exemplo de como a tecnologia pode agregar valor na produção de alimentos e demais produtos fabricados a partir da biodiversidade do bioma amazônico.

O funcionamento básico do projeto Amazônia 4.0, envolve a utilização de tecnologias da Quarta Revolução Industrial que abrem caminho a novas descobertas, ao pleno aproveitamento dos recursos do bioma amazônico e à criação de soluções que imitam as encontradas em ativos da natureza, visando o desenvolvimento econômico. A melhor parte é que tudo isso pode ser feito sem a degradação da floresta amazônica.

 

Quando essa ideia surgiu?

A divulgação desse projeto aconteceu de forma mais ampla nos dias 12 e 14 de novembro de 2019, por meio do 1º Encontro de Bioeconomia e Sociobiodiversidade na Amazônia. Contudo, o primeiro artigo publicado que expõe a ideia foi escrito para a Revista Futuribles, ainda em setembro daquele mesmo ano.

Junto ao artigo sobre o projeto Amazônia 4.0, a edição publicada pela Plataforma Democrática também conta com diversos textos que analisam e sugerem várias perspectivas para o futuro e como lidar com ele.

Algumas das temáticas trabalhadas são: como viveremos em 2050, educação nos próximos 30 anos, neurociência e o futuro da educação e os riscos e oportunidades da Inteligência Artificial.

Nesse sentido, a ideia de um desenvolvimento sustentável e mais avançado para a Amazônia é acompanhada por uma série de outras ideias a respeito de como poderá ser o futuro de nossa sociedade.

Os autores do artigo são Ismael Nobre e Carlos A. Nobre. Ismael é biólogo e Doutor em Dimensões Humanas dos Recursos Naturais pela Colorado State University (EUA). Carlos é climatologista, formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com doutorado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA).

Logo no início do texto, os autores apontam que o projeto Amazônia 4.0 tem o objetivo de retomar, ampliar e aprofundar o compromisso com a conservação do planeta, cumprindo as metas do Acordo de Paris (2015) e sendo exemplo de uma sociedade consciente.

Demonstrando a intenção de alavancar o Brasil enquanto potência econômica por meio desse projeto de mudança na economia, os autores questionam: “Até quando seremos um grande país com alguns bolsões de riqueza, que vende produtos de baixo valor agregado e alto impacto ambiental, e compra produtos manufaturados e tecnológicos de alto valor, seguindo a mesma lógica que caracterizou nossa história desde os tempos da colonização?”

Dessa forma, o projeto surge não apenas como intenção de proporcionar um desenvolvimento sustentável para a região amazônica, mas com o objetivo de fazer com que o Brasil deixe de ser um eterno fornecedor de commodities e passe a produzir riqueza com alto valor agregado.

 

Como ela une tecnologia avançada, inovação e planejamento para salvar a Amazônia?

As florestas da região amazônica são habitadas por uma enorme biodiversidade, tanto em termos de fauna como de flora. Essa riqueza natural é fruto de milhares de anos de evolução e de interação entre uma grande variedade de ativos biológicos.

Esses ativos (alimentos, moléculas únicas, genes da vida etc.) são cada vez mais valorizados pela nova Revolução Industrial, a quarta, especialmente na produção de fármacos, cosméticos, alimentos e, até mesmo, no estudo de soluções de mobilidade e de energia renovável.

Dessa forma, a Terceira Via Amazônica surge como oportunidade para desenvolver uma “economia verde” e aproveitar todo o valor da floresta, ao mesmo tempo em que a conserva. Tecnologias físicas, digitais e biológicas podem ser utilizadas para esse processo.

Inicialmente, é feito um mapeamento prévio de toda a cadeia produtiva de determinado produto. Além disso, por meio de softwares e demais tecnologias, principalmente de automação, é possível controlar processos, como o ponto de maturação de frutos, o tempo de fermentação e a secagem — essenciais para garantir a qualidade, por exemplo, de produtos como o cacau.

Apenas a título de exemplo, no primeiro laboratório, dedicado à produção de cacau e cupuaçu, serão utilizados sensores digitais que enviarão, em tempo real, dados sobre temperatura, fermentação e maturação para uma plataforma digital ligada a um tablet ou smartphone.

Essa é apenas uma das soluções propostas para o desenvolvimento sustentável e inovador de inúmeros produtos amazônicos. Além disso, o manuseio dessas ferramentas será ensinado às comunidades locais, que, além de preservadas, serão beneficiadas.

 

Qual é a importância desse projeto?

Como é possível notar ao longo do texto, o projeto Amazônia 4.0 é revolucionário em diversos sentidos. Além de promover o desenvolvimento sustentável na região da maior floresta tropical do mundo, essa iniciativa também permite o crescimento econômico de comunidades muitas vezes marginalizadas.

Por exemplo, o primeiro laboratório será instalado, inicialmente, em comunidades do Pará que já trabalham com a produção de cacau e cupuaçu. Farão parte da iniciativa uma associação de mulheres rurais, comunidades quilombolas e ribeirinhas.

Nesse sentido, além do aumento do PIB nacional que a Terceira Via Amazônica possibilitará ao Brasil, ela também trará benefícios sociais, permitindo avanços em diversos sentidos para comunidades muitas vezes carentes.

 

Quais recursos serão usados no desenvolvimento do projeto?

Para concretizar o projeto serão necessários diferentes recursos, além da riqueza natural existente na própria região amazônica (como os seus ricos ativos biológicos de fauna e flora).

Por isso, essa economia inovadora deixa de ver a região apenas como um local de exploração de insumos primários e foca no desenvolvimento de bioindústrias locais e diversificadas. Para tanto, será necessário levar em conta os saberes já desenvolvidos pelas comunidades locais.

Produtos com alto valor agregado (potencial ou realizado) podem ser desenvolvidos com ativos da Amazônia, e alguns já são produzidos pelas comunidades locais. Alguns exemplos são:

  •  Óleo de pau rosa: cotado a cerca de 200 dólares o litro, esse óleo é um componente fundamental para fragrâncias clássicas, como o Chanel Nº5;
  •  Óleo de amêndoa de castanha do Pará: utilizado em diversos cosméticos e também em cápsulas alimentares, esse ativo pode ser vendido por um valor que varia de 30 a 150 dólares o litro;
  •  Árvore de ucuúba: embora muitos utilizem a sua madeira para fazer cabos de vassoura, com o avanço de pesquisas foi possível notar um enorme potencial da manteiga feita a partir da planta para a indústria de cosméticos;
  •  Açaí: é o mais eloquente caso de sucesso. Esse produto conquistou o mercado global nos últimos 20 anos, podendo garantir lucro líquido de 200 dólares por hectare ao ano em sistemas não manejados, e até 1.500 dólares por hectare ao ano em sistemas manejados.

Existem inúmeros outros produtos listados pelos pesquisadores. Além disso, eles também chamam a atenção para a riqueza que as plantas e os animais da região possuem, abrindo espaço para pesquisas e produtos que variam de funções cosméticas até mesmo antibióticas.

 

Como o uso das tecnologias podem otimizar a produção de bens na Amazônia e garantir sua preservação?

Além dos recursos naturais existentes no bioma amazônico, também serão fundamentais para o novo modelo de desenvolvimento as tecnologias da Quarta Revolução Industrial, também conhecida como Indústria 4.0.

Em termos de tecnologia, a automação, por exemplo, será fundamental, pois, por meio desses recursos é possível prever e acompanhar, em tempo real, o desenvolvimento e o avanço das produções. Além disso, contando com tais tecnologias, o monitoramento do nível do impacto ambiental é mais eficiente.

Assim, o projeto Amazônia 4.0 pode ser considerado parte de iniciativas ESG, que buscam promover o desenvolvimento econômico ao mesmo tempo que garantem a sustentabilidade do planeta. Para garantir isso, a utilização das mais novas tecnologias, que garantem exploração com alto valor agregado sem depredação ambiental, é fundamental.

 

Quais são os benefícios desse projeto?

Dentro do que foi exposto até aqui, é possível perceber inúmeros benefícios que a proposta de Terceira Via Amazônica proporciona. Mas vale destacar algumas dessas vantagens para elucidar a importância do projeto. São elas:

  • Crescimento sustentável: por meio da utilização de tecnologias e exploração de recursos abundantes na biodiversidade, será possível crescer economicamente, mas sem a necessidade de depredação ambiental;
  • Avanço na posição econômica do país: por meio do projeto Amazônia0, o brasil poderá romper com o seu histórico papel de exportador de commodities para tornar-se referência na produção de bens com alto valor agregado;
  • Desenvolvimento social: por meio de aulas e cursos fornecidos às comunidades locais, muitas vezes marginalizadas, será possível melhorar a condição de vida de inúmeras famílias fornecendo, para além de melhor renda, um maior nível técnico e educacional;
  • Pioneirismo científico: o projeto é uma ideia de cientistas brasileiros, além disso, será o território nacional o maior beneficiado dessa proposta. Assim, existe uma grande probabilidade de exportação dessa tecnologia e desse saber.

 

Conclusão

O projeto Amazônia 4.0, como foi possível notar ao longo do texto, tem grande probabilidade de alavancar a economia nacional e fazer do Brasil uma referência em exploração consciente de florestas tropicais.

Por meio de planejamento estratégico e utilização de tecnologias de ponta, ele pretende gerar riqueza para a região amazônica e para todo o país, aproveitando o melhor que a floresta tropical pode fornecer.

Além disso, esse projeto baseado na Terceira Via Amazônica permitirá ao país sair de seu papel de exportador de matérias-primas, tornando-se referência como produtor de bens com alto valor agregado e sendo capaz de gerar renda e valor em toda a economia do país.

Gostou destas informações? Para ficar por dentro das principais notícias do mundo de finanças e aprender a gerir melhor as suas economias, assine a nossa newsletter gratuita.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe-a em suas redes sociais. E se ainda não é cliente modalmais, baixe o aplicativo do banco digital em seu smartphone, abra a sua conta de forma rápida e prática e aproveite mais essa vantagem que só o banco digital dos investidores tem a oferecer.