A B3, Bolsa de Valores brasileira, atingiu em maio, a marca histórica de mais de 2,5 milhões de investidores, sendo que grande parte é pessoa física, o que representa uma alta de 41,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A que se deve esse crescimento tão grande? Nos últimos anos, a Bolsa de Valores tem trabalhado não só na educação dos investidores, mas, também, numa quebra de barreiras no que diz respeito ao acesso aos investimentos.

Além disso, vemos uma redução constante da rentabilidade da poupança, o que leva muitos investidores a buscarem outras opções de investimento, que inclusive vão além dos que são negociados em Bolsa de Valores.

Com todos esses incentivos, e a acessibilidade a plataformas de investimentos, veremos esses números subirem ainda mais. Neste guia que preparamos, falaremos especificamente sobre as plataformas de investimentos, seus benefícios, os principais tipos de investimento e muito mais.

Continue conosco nessa leitura!

 

O que é uma plataforma de investimentos?

A plataforma de investimentos é um ambiente online, geralmente disponibilizado aos clientes de corretoras de valores, ou banco digital. Tal recurso visa permitir que os investidores tenham acesso a diversos tipos de produtos, que vão da renda fixa à variável.

Quando falamos dessa ferramenta, é importante ressaltar que ela foca em oferecer não apenas investimentos, mas toda a sorte de informações e serviços úteis aos investidores, para que, assim, possam tomar decisões mais eficazes. Nesse grupo, temos análises de mercado, plataformas de negociação em Bolsa de Valores, notícias, entre outros recursos.

 

Para que serve uma plataforma de investimentos?

Basicamente, uma plataforma de investimentos serve para que os investidores possam fazer aplicações por conta própria em diversos ativos. Além disso, o recurso atende a diversos tipos de perfis de investidores, dando liberdade a eles para que façam as suas próprias escolhas de investimentos.

Por qual razão falamos disso? Simples: os bancos convencionais costumam priorizar a oferta de seus próprios produtos, a fim de maximizar os seus ganhos. No entanto, dessa forma, o cliente pode deixar de ter acesso a produtos que de fato seriam as melhores opções do mercado e coerentes com seus objetivos.

A plataforma de investimentos tem por objetivo diversificar mais as ofertas aos investidores, que poderão optar por produtos mais acessíveis, que exijam baixo valor de aplicação mínima, ou produtos mais robustos, que exijam aplicações mínimas mais altas, por exemplo. Ou seja, o investidor tem uma visão macro de suas opções.

“Na plataforma, há uma democratização maior, pois mostra desde os valores de aplicação inicial mais acessíveis até os mais robustos, ou seja, o investidor tem uma visão macro de suas opções.”

 

Como ela funciona e quais os tipos existentes?

Hoje, há diversas formas de ter acesso às plataformas de investimento. Por exemplo: grande parte delas permite ao investidor operar por diferentes canais, entre os quais temos:

• Site – funciona como um Internet Banking, mas como citamos, disponibiliza mais opções de investimentos, serviços e produtos, como ferramentas que auxiliam na declaração de Imposto de Renda, ou ainda plataformas de negociação em Bolsa de Valores, entre outros;

• Aplicativo – na versão móvel, as plataformas de investimentos também oferecem os mesmos produtos, mas com uma vantagem que só os dispositivos móveis permitem: acesso na palma da mão. No aplicativo do banco digital modalmais, por exemplo, você pode acompanhar seus investimentos, fazer novas aplicações, resgatar seu dinheiro, atualizar seu cadastro, acessar o home broker, entre outros recursos;

 

Quais são as vantagens dessa ferramenta?

Uma plataforma de investimentos de qualidade oferece uma oportunidade real de o investidor gerir seu patrimônio com mais segurança e precisão.
A seguir, conheça algumas vantagens que fazem da ferramenta uma importante aliada do investidor!

 
Diversidade de produtos disponíveis
As plataformas costumam oferecer uma série de ativos para que os investidores possam escolher aquelas opções que mais se encaixam em seus anseios. LCI, LCA, ações, debêntures e fundos de investimentos são apenas alguns dos exemplos que podem ser encontrados nesses sistemas.

Se comparadas a bancos tradicionais, as plataformas são mais completas e devido à diversidade de produtos que oferecem, as chances de o cliente encontrar produtos mais rentáveis são ainda maiores.

 
Menos custos

Em plataformas de investimento, os custos e taxas costumam ser reduzidos e por vezes, o cliente é isento de muitas delas. Veja abaixo alguns desses custos:

  •  Taxa de corretagem – é o valor para realizar operações de compra e venda na Bolsa de Valores, o que varia de uma instituição para outra (para aqueles que realizam mais operações mensais, às vezes, é vantajoso contratar algum plano de conta);
  • Taxa de custódia – valor correspondente à guarda dos títulos;
  • Taxas de TED – retirada/transferência de recursos da instituição que disponibiliza a plataforma de investimentos para outra conta.

 
Home broker estruturado

Plataformas de investimentos costumam disponibilizar plataformas de negociação (Home Broker) mais completos, ágeis e estruturados, o que favorece a experiência do usuário, que pode, dependendo da ferramenta, contar com gráficos para a análise, simuladores, entre outros.

A estrutura de uma plataforma de investimentos home broker de uma corretora de valores de ponta é totalmente estruturada e favorece a experiência do usuário. Algumas oferecem, inclusive, a opção com simuladores, que permite operar sem aplicar dinheiro, a fim de se familiarizar com compra e venda de ativos, operações estratégicas, entre outras questões.

Sem contar que oferecem gráficos para a análise e outras aplicações. O layout preza pela usabilidade e responsividade. Ou seja, o investidor pode acessar o sistema não só de computadores, mas também de tablets e outros dispositivos móveis.”

 
Serviço especializado

Geralmente, as plataformas de investimentos oferecem muitas opções e muitos recursos para uma tomada de decisão mais certeira. São ferramentas de análises, profissionais especialistas, produtos financeiros variados de diferentes instituições, entre outros.

A ferramenta tem diversas possibilidades, e ter esse apoio de profissionais especialistas é importante para esse suporte na hora de decidir sobre o caminho mais acertado sobre as suas aplicações.

 
Comodidade

A facilidade de acessar a plataforma de investimentos de qualquer lugar e de várias maneiras é o que contribui para a comodidade do investidor.

Do site ao aplicativo, o usuário pode escolher o formato que mais lhe favorece: acompanhamento e monitoramento da performance de seus investimentos, bem como a realização de novos aportes e resgates. No mercado financeiro, é de conhecimento que, quanto melhor for o timing para fazer negócios, mais eficácia haverá na hora de comandar a sua carteira, o que fará toda a diferença na rentabilidade

 

Como escolher uma plataforma para investir?

O primeiro aspecto a ser destacado é desmistificar o fato de que nem todas as plataformas de investimentos são iguais. Por mais que elas ofereçam produtos parecidos, é preciso estar atento para fazer uma escolha certeira e que tenha ligação com o seu momento de vida. Confira, a seguir, algumas dicas que o ajudarão na hora de optar pela ferramenta!

 
Segurança da plataforma 

Ao entrar no site da instituição, verifique os termos de segurança. Por se tratar de uma plataforma online, o cuidado deve ser redobrado. Logo, o interessado deve ver se a corretora tem certificados de segurança que garantem a proteção dos dados – o sigilo deve ser máximo, especialmente porque há troca de dados financeiros. Para isso, basta ver se, no lado esquerdo da URL, existe o símbolo de um cadeado.

O elemento é reconhecido mundialmente como certificado de segurança do site, fazendo com que a plataforma receba uma proteção especial.

Os sites que utilizam esse protocolo (com cadeado), para definir a comunicação entre o usuário e o servidor, têm uma criptografia que “embaralha” dados de maneira que eles possam ser compreendidos apenas pelo receptor. Consequentemente, as suas informações pessoais estarão mais seguras.

 
Regulamentação

Todas as instituições que atuam no mercado de valores mobiliários precisam estar pautadas em regulamentações do órgão que as fiscaliza, que é a Comissão de Valores Mobiliário (CVM). Portanto, para saber se a ferramenta é confiável, vale a pena consultar o site da instituição.

 
Disponibilidade de ativos

Outro aspecto a ser considerado na escolha da melhor plataforma de investimentos, é a carteira de produtos disponibilizada. Considere um investidor que queira focar na renda fixa. Para ele, não será tão interessante ter conta em uma instituição que foque apenas em Bolsa de Valores, mas, sim, em uma que ofereça mais títulos de renda fixa que atendam ao seu perfil. 

No entanto, de maneira geral, o mais adequado é uma plataforma que ofereça melhores condições para investir tanto em renda fixa quanto em renda variável, o que permitirá ao investidor fazer uma diversificação dos investimentos.

 
Suporte ao cliente

Antes de abrir a sua conta na plataforma, verifique, também, a questão do suporte aos investidores. A instituição deve disponibilizar canais de contato com assessores de investimentos ou outros profissionais habilitados.

Essa é uma grande vantagem para o investidor, principalmente para os que estão começando a investir agora e familiarizando-se com as funcionalidades da plataforma e o mundo dos investimentos. Portanto, cheque os canais de atendimento, bem como a qualidade e a eficácia com as quais a empresa responde às suas questões.

 

Quais são os tipos de investimentos disponíveis nas plataformas?

Existem vários tipos de investimentos disponíveis nas plataformas de investimento online, cada qual com as suas especificidades, o que inclui desde o prazo da aplicação até a rentabilidade propriamente dita. Veja quais são eles!

 
Renda fixa

A renda fixa é um tipo de investimento que tem a sua rentabilidade previsível para aqueles que aplicam recursos nela. Para investidores iniciantes, ter títulos de renda fixa em carteira, é o mais recomendado, visto que investimentos desse segmento oferecem menos riscos do que em ativos de renda variável, por exemplo.

Essa é uma categoria de investimentos que se subdivide em diversas aplicações, como mostramos a seguir.

 
Tesouro Direto

O tesouro direto é um programa do Tesouro Nacional, criado para disponibilizar às pessoas físicas a compra de títulos da dívida nacional, os títulos públicos. A compra de títulos públicos é um investimento em renda fixa.

A rentabilidade atrelada ao título poderá ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. No caso do pós-fixado, a rentabilidade é atrelada à taxa Selic, que é a taxa básica de juros brasileira, os híbridos são atrelados ao IPCA – que é o índice que mede a inflação do país – mais uma taxa fixa. Caso seja prefixado, o percentual de rendimento que incide sobre o título é determinado no momento da compra do título, e não sofre com oscilações de nenhum indicador.

Vale lembrar que as taxas de rentabilidades pactuadas no momento da compra são garantidas se o título for mantido em sua carteira até o vencimento também informado no momento da compra.

 
LCI e LCA

Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são outras duas opções de investimento em renda fixa. A primeira capta recursos para o financiamento de atividades dentro do setor imobiliário. Em troca, oferece uma taxa de rentabilidade anual – que são os “juros” pagos ao investidor sobre o valor “emprestado” ao emissor do título. A rentabilidade será proporcional ao prazo da aplicação informada pelo emissor.

A diferença da LCA para a LCI é o foco no investimento. No caso da LCA, a captação serve para financiar atividades ligadas ao setor de agronegócio, sendo que a rentabilidade e o vencimento também são definidos no momento da compra.

 
LC

A Letra de Câmbio é um título de renda fixa, semelhante ao CDB (Certificado de Depósito Bancário), porém, é emitido por financeiras. O rendimento pode estar atrelado ao CDI ou ser estabelecido por uma taxa fixa mais o IPCA, como por exemplo, respectivamente, 110% do CDI ou 3,5% a.a. + IPCA.

 
CRI e CRA

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são títulos de crédito privado com emissão feita por securitizadoras. Eles geram um direito de crédito ao investidor, que tem direito a uma remuneração periódica ou quando ocorrer o vencimento do título.

A rentabilidade desses títulos é similar a de outros produtos de renda fixa, tendo títulos prefixados, pós-fixados e híbridos. Um dos seus diferenciais é que são investimentos isentos de imposto de renda para pessoas físicas, porém, diferentemente dos outros títulos de renda fixa, não têm a garantia ordinária do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

 
Renda variável

Ao contrário da renda fixa, na renda variável, a rentabilidade dos ativos não é previsível. Ou seja, você não tem certeza do quanto o seu dinheiro renderá, mas, em contrapartida, as possibilidades de ganhos – assim como os riscos – são maiores. A volatilidade dos ativos está atrelada a três fatores: o ativo em si, o cenário econômico e político e o setor de atuação. Diante disso, confira alguns dos principais ativos negociados nesse segmento!

 
Ações

O principal ativo de renda variável e um dos mais populares é a ação. Ela pode ser identificada como uma fração do capital social de uma organização. O investidor que compra uma ação, se tornará sócio de determinada companhia.

Basicamente, as ações são divididas em três classes:

  • Ações ordinárias (ON) – negociadas com código final 3, garantem o direito de voto ao investidor sobre as decisões da empresa;
  • Ações preferenciais (PN) – essas são negociadas com código final 4 e garantem ao investidor preferência no recebimento de dividendos;
  • Units – esse tipo de ação mescla ações preferenciais e ordinárias em uma única. É negociada sob código final 11.

 
Opções

O mercado de opções é mais indicado para investidores que já têm experiência no mercado. É um ambiente onde são negociados direitos de compra e venda de ações por um preço prefixado.

Aquele que compra uma opção é tido como titular. Por sua vez, quem vende é o lançador. A princípio, não é negociado o ativo, mas, sim, o direito sobre a compra ou venda do ativo-objeto (ação). Por ele, é pago um valor conhecido como prêmio.

 
ETF

O Exchange Traded Fund (ETF) é um fundo de índices, negociado em Bolsa de Valores, e é composto por cotas que replicam o comportamento das ações pertencentes a um índice, rentabilizando conforme a sua variação, como se fosse uma ação.

O ETF é uma alternativa para investidores que desejam investir no mercado de ações, mas não têm tempo para escolher ações individualmente. Ao atrelar o investimento ao índice, você investirá de maneira diversificada.

 
Commodities

As commodities são matérias-primas, tendo uma produção de larga escala. Sendo assim, há todo um mercado para elas, o que faz com que possam ser negociadas em contratos padronizados no segmento BM&F, na B3.

O valor desse ativo é definido pela oferta e demanda de tais materiais. Entre as principais commodities, temos materiais agrícolas e minerais, como soja, milho, petróleo, ouro e outros. Eles têm grande peso na economia de um país, sendo negociados no que chamamos de mercado futuro.

Como visto neste guia completo, a plataforma de investimentos está atrelada a uma série de detalhes. Portanto, se você pretende alocar recursos em uma instituição que ofereça uma plataforma de investimentos completa, segura e com as melhores opções do mercado, convidamos você a abrir uma conta no modalmais.

Comece hoje mesmo a pensar no seu futuro e investir de maneira inteligente!

 
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