O número de companhias que tiveram a listagem cancelada na Bolsa de Valores neste ano já é o maior desde 2002, segundo a B3 (ex-BM&F Bovespa). Foram 34 até maio.

Além das empresas que negociavam ações, incluem-se também as que emitiam outros títulos, como debêntures, e securitizadoras.

Com a recessão, muitas companhias saem da Bolsa por terem perdido liquidez, por estarem desvalorizadas ou porque foram adquiridas, diz Álvaro Bandeira, economista chefe da corretora Modalmais.

“Com o aumento da crise política, é possível que vejamos mais empresários com essa atitude de saída.”

Fonte: Mercado Aberto / Folha de São Paulo / 05/07/2017