Felizmente, temas como empoderamento feminino e o próprio feminismo, têm sido tratados com mais frequência e como cruciais para melhoria de diversos aspectos da vida da mulher na sociedade.

É claro que ainda há muita oposição a esses assuntos, mas acredite: o principal motivo para isso é o desconhecimento sobre eles.

Pensando em esclarecer dúvidas e mostrar como a independência financeira pode e deve fazer parte da construção e aplicação do empoderamento feminino na vida da mulher na sociedade, resolvemos escrever este artigo. Aproveite a leitura!

 

A origem do movimento feminista e sua relação com o empoderamento feminino

O feminismo surgiu por volta do século XVIII, durante movimentos sociais que aconteciam em meio a revoluções liberais inspiradas em ideais iluministas. A ideia dos movimentos feministas era permitir que as mulheres tivessem a garantia de direitos sociais, jurídicos e, também, políticos, iguais aos dos homens.

Se estendendo ao século XIX, o movimento feminista questionava diferenças entre homens e mulheres e propunha que houvesse o fim das desigualdades também no âmbito familiar e profissional.

Naquele momento, as principais pautas do feminismo se direcionavam às desigualdades trabalhistas: as mulheres tinham jornada de trabalho mais longa, além do fato de que eram as únicas a realizar as tarefas domésticas, como cuidar dos filhos e do lar.

Além disso, elas ganhavam menos que os homens – realidade ainda presente nos dias de hoje: segundo pesquisa do IBGE divulgado no início de 2019, em 2018, trabalhadoras entre 25 e 29 anos recebiam 87% do rendimento médio dos homens, as que tinham entre 30 e 39 anos, ganhavam 81,6%, enquanto que as mulheres com idade entre 40 e 49 anos, recebiam 75% do rendimento médio deles.

No começo do século XX, nenhum desses ideais e lutas foram deixados de lado, mas outra preocupação tornou-se mais evidente: o direito ao voto.

A partir de então, o termo “empoderamento feminino” passou a ganhar força. A expressão, que vai além da luta pela igualdade de gêneros, entre homens e mulheres e do fortalecimento do gênero feminino, está mais ligado à promoção de uma consciência coletiva por parte das mulheres e se caracteriza por ações que não permitem que elas sejam inferiorizadas por se identificarem pelo gênero feminino.

O empoderamento feminino também se caracteriza por atitudes tomadas por mulheres, contra o machismo presente na sociedade. Assim, traduzido no pleno sentido da palavra, o empoderamento feminino consiste em dar poder de escolha à mulher, sobre sua própria vida e decisões que a impactam, como sobre o dinheiro.

Com cada vez mais acesso ao conhecimento e meios para qualificação, a mulher abre caminho para ocupar e se beneficiar de espaços que antes eram dominados somente por homens. Um desses espaços é o mercado financeiro.

O mercado financeiro por sua vez, é um dos ambientes que mais proporcionam o acesso à independência financeira para quem participa dele. Continue a leitura e saiba como a independência financeira é um ponto crucial para o empoderamento feminino e como você pode conquistá-lo.

 

A contribuição da indepêndencia financeira para o empoderamento feminino

No universo do mercado financeiro, o termo “independência financeira” é comum e muito utilizado, visto que é um dos objetivos principais da maioria dos que nele atuam como investidores. No entanto, como esse termo se aplica ao empoderamento feminino?

Como você pôde ver, o empoderamento tem muito a ver com o direito e a liberdade para tomar escolhas. Quando se trata do empoderamento feminino, essa definição se estende à segurança da mulher. Isso porque, como previsto na Lei nº 11.340, conhecida também como Lei Maria da Penha, são cinco os principais tipos de violência doméstica e familiar dos quais a mulher pode ser submetida: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Nesse sentido, a violência patrimonial pode se caracterizar à privação do direito de obtenção e uso de recursos que garantam meios básicos e dignos de sobrevivência. Como consequência disso, para sobreviver e, muitas vezes, até mesmo na tentativa de proteger os filhos, muitas mulheres se veem obrigadas a viver relacionamentos abusivos e tóxicos.

Assim, quando nós mulheres passamos a controlar nosso próprio dinheiro e necessidades ligadas diretamente a ele, fica muito mais fácil nos libertarmos de situações como as mencionadas acima.

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