O principal desafio de todo investidor é criar uma carteira de ações que atenda às expectativas. Para isso, sabemos que é necessário considerar critérios distintos de acordo com os objetivos, perfil e estratégias adotadas..

Para ajudar você a montar a sua carteira de ações dos sonhos, continue leitura desse material especial que produzimos!

 

Verifique as opções do mercado

Antes mesmo de criar uma carteira de ações, o primeiro passo é criar uma carteira de investimentos e conhecer as opções de ativos do mercado financeiro, tanto no segmento de renda variável ou fixa.

Existe um mito que atrela os ativos de renda variável a prejuízos. Isso é um equívoco. Ter uma maior aceitação ao risco presente nesse segmento de investimentos, não significa, obviamente, esperar que eles não gerem retorno.

A rentabilidade, em grande parte dos casos, vai depender exatamente da escolha certeira da carteira, bem como das decisões e do comportamento do investidor no mercado financeiro.

Um exemplo de ativos de renda variável, negociados em Bolsa de Valores e que, de certo modo permitem que o investidor conte com as decisões de um gestor profissional, são os ETFs (Exchange Traded Funds, ou Fundos de Índice).

Os ETFs são fundos de gestão passiva, ou seja, que busca resultados semelhantes ao desempenho de seu índice de referência, sendo que a carteira de ativos que o compõe é gerenciada por um profissional especialista no mercado.

 

Conheça o seu perfil de investidor

O segundo passo para investir de forma inteligente é conhecer o seu perfil de investidor. E isso é importante para que você consiga definir uma estratégia condizente com as suas expectativas.

Os três perfis de investidores, definidos após o preenchimento do questionário Suitability, são o conservador, moderado e arrojado.

Para uma maior aceitação ao risco de mercado presentes nas operações com ações, o perfil arrojado é o mais adequado, visto que, em geral, o investidor com esse perfil busca maiores retornos no mercado, por mais que, eventualmente, suas escolhas estejam mais expostas aos riscos de perda, se compararmos a investimentos mais conservadores.

 

Defina claramente os seus objetivos

Após conhecer o seu perfil de investidor, é essencial que você defina quais são os seus objetivos financeiros. Qual é o propósito do seu investimento? Em quanto tempo você espera ter o retorno? Essas são perguntas que devem ser respondidas por si mesmo antes de montar a sua estratégia de investimentos.

Um ponto interessante a se saber é sobre algumas formas de atuação no segmento de renda variável: como day trader, swing trader ou buy and hold. A maior diferença entre cada uma dessas formas de atuação está no objetivo para com a operação, o que consequentemente afeta o prazo para conclusão das operações de compra e venda de ações, por exemplo, definindo, logo, o tempo de permanência do ativo em posse do investidor.

Na estratégia day trade, o investidor compra o ativo e o vende no mesmo dia. É a modalidade praticada por quem busca resultados em curto prazo, utilizando as oscilações dos preços dos ativos no mercado. Portanto, esse investidor – ou trader – não necessariamente se importa com os fundamentos e qualidade da empresa emissora do ativo.

No segundo modelo, o intervalo de compra e venda é um pouco maior. Geralmente, o investidor detém o ativo por alguns dias ou semanas. Nessa estratégia o investidor explora não somente as oscilações de preços a curtíssimo prazo, como o day trade, mas aceita aguardar um pouco mais de tempo em busca de seu preço-alvo.

O modelo buy and hold é aquele em que o investidor compra ações com um foco no longo prazo, visando obter rendimentos de dividendos e rentabilidade a partir da valorização da empresa no longo prazo. Em geral, quem compra ações utilizando essa estratégia, fica atento aos fundamentos da empresa, por vezes utilizando a análise fundamentalista para a sua tomada de decisão.

 

Limite de perda

Este é um ponto que merece bastante atenção. Afinal, não ter um limite de perda definido, pode fazer com que eventuais oscilação de preços, comuns em ativos de renda variável, ultrapassem o que você de fato aceita para sua carteira.

Por isso, o controle emocional é fundamental para quem pretende investir em ações, especialmente ao se pensar no longo prazo. Isso se dá pelo fato de que, ao longo dos pregões os preços irão oscilar. Alguns dias negativamente e em outros positivamente.

No entanto, investir a longo prazo não significa permanecer posicionado com qualquer ação por tempo indeterminado.

O controle emocional o ajudará não só a não sair de operações precipitadamente, como também ajudará você a manter uma disciplina de acompanhamento de sua carteira, manutenção de seu aprendizado no mercado financeiro e, principalmente, a manter-se atualizado quanto aos fundamentos e resultados divulgados pela empresa emissora do ativo, a fim de obter conhecimento a respeito da saúde financeira dela.

 

Fundo de reserva

Duas coisas são muito importantes para quem atua com investimentos. A primeira delas é entender o dinheiro investido como algo “inexistente”: você não pode depender exclusivamente desse capital.

A segunda é a criação de um fundo de reserva. O ideal é que toda pessoa faça um fundo de emergência para auxiliar em momentos críticos não planejados.

Isso fará com que você possa manter e gerenciar sua carteira de ações mais tranquilamente, sem precisar correr o risco de se desfazer dela antes do planejado.

 

Diversifique a sua carteira de ativos

Um dos segredos para reduzir a exposição ao risco de sua carteira de investimentos como um todo, é fazer a diversificação de seus investimentos. Essa diversificação promove um equilíbrio — o que significa que um ativo pode compensar a má performance de outro, caso isso aconteça.

 

Veja as recomendações de especialistas

Por fim, é importante que você tenha em mente quanto a importância de contar com o apoio de especialistas e de ficar por dentro do cenário com quem entende do assunto, como por exemplo ao acompanhar a página de conteúdos do modalmais e a Carteira Recomendada do Leandro Martins.

Outra dica é contar com o apoio de um assessor de investimentos. Esse profissional, que é um especialista no assunto, vai auxiliá-lo na criação de sua carteira de ações conforme as suas expectativas e objetivos.

 

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