A Bolsa de Valores é o ambiente em que investidores compram e vendem ativos mobiliários, como ações, commodities e fundos imobiliários.

Boa parte dessas negociações são on-line. Por conta dessa facilidade, você pode adquirir, por exemplo, um contrato futuro sem sequer sair de casa.

Porém, há muitos mitos sobre o mercado financeiro, principalmente relacionados aos riscos e à ideia de que é preciso de grandes montantes para começar.

Na verdade, a Bolsa de Valores pode ser acessível para o pequeno investidor. Tenha em mente que, com menos de R$ 100,00, já é possível adquirir ativos.

Com a queda nos juros, a poupança se mostra, cada vez mais, uma opção pouco rentável para fazer o seu dinheiro render.

Enquanto isso, alguns dos principais índices da Bolsa de Valores brasileira, IBOV, IFIX e SMLL, subiram 31,6%, 36,0% e 58,2% em 2019.

A tendência é que esses ativos continuem com resultados surpreendentes. Então, este pode ser o momento ideal para você começar.

Assim, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores, além de dicas incríveis para fazer o seu dinheiro render mais a partir de agora.

 

Veja o que você vai aprender:

 

  • O que é e como funciona a Bolsa de Valores?
  • Como entrar na Bolsa de Valores?
  • Como investir na Bolsa de Valores?
  • Quais são os custos da Bolsa de Valores?
  • Qual o horário de funcionamento da Bolsa de Valores?
  • O que é o pregão da Bolsa de Valores?
  • É seguro investir na Bolsa de Valores?
  • Quais são as principais Bolsa de Valores do mundo?
  • Breve história da Bolsa de Valores no Brasil

 

Boa leitura!

 

O que é e como funciona a Bolsa de Valores?

Esse é o local ideal para ajudar a construir um futuro melhor para o seu patrimônio

 

A Bolsa de Valores é um mercado organizado que concentra as negociações de ativos relacionados às empresas, como:

 

 

O seu principal objetivo é tornar os negócios líquidos, transparentes e seguros a todos os investidores.

 

Basicamente, quando um empresa deseja fazer uma captação financeira, ela pode abrir o seu capital na Bolsa de Valores por meio de um  IPO.

Assim, as suas ações passam a ficar disponíveis aos investidores, que, por sua vez, têm a alternativa de se tornarem sócios do negócio.

As negociações da Bolsa de Valores funcionam com base na lei da oferta e demanda. Portanto, quanto maior a procura por um determinado ativo, mais o seu preço sobe.

Geralmente, o aumento da demanda está relacionado a mudanças, seja na empresa, seja no país ou no mundo, que podem trazer benefícios ao negócio.

Um exemplo disso foram os conflitos entre EUA e Irã. No dia 6 de janeiro de 2020, as ações de Petrobras subiram mais de 3% com o aumento do preço do petróleo no mercado internacional.

Na contrapartida, fatos negativos relacionados a um ativo, como, por exemplo, tragédias ambientais, casos de corrupção, surgimento de pestes e afins podem fazer as suas cotações caírem por conta da diminuição na demanda.

Portanto, a Bolsa de Valores atua como um ambiente, no qual os investidores negociam as suas expectativas diariamente.

Qual a diferença entre B3 e BM&FBovespa?

A BM&FBovespa é o antigo nome da Bolsa de Valores brasileira. Ela foi a união entre a BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) e Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

A fusão delas ocorreu em 2008 e permaneceu até 2017, quando surgiu a B3, que significa Brasil, Bolsa, Balcão.

 

A B3 resulta da união entre a BM&FBovespa e a Cetip. Essa última era responsável pelos títulos públicos e privados em circulação no Brasil.

 

Portanto, o objetivo da fusão dessas empresas foi centralizar as negociações de valores mobiliários e oferecer mais segurança aos investidores.

IBOVESPA: O que é o índice Bovespa?

Índice Bovespa consiste em uma carteira teórica das ações de maior liquidez da Bolsa de Valores brasileira. A maioria delas são conhecidas como blue chips.

O índice Bovespa (IBOV) é considerado o benchmark da renda variável no Brasil.

Portanto, se você deseja saber como está o desempenho da sua carteira, basta compará-la ao IBOV.

Como entrar na Bolsa de Valores?

A Bolsa de Valores é um ambiente on-line mediado pelas corretoras de valores.

 

Então, se você deseja investir nos seus ativos, o primeiro passo é abrir uma conta no modalmais.

Assim, é possível ter acesso ao home broker, que nada mais é do que o ambiente de negociação da Bolsa de Valores.

Além disso, você também deve ter uma conta bancária para transferir os recursos que serão investidos para a sua conta na corretora.

Neste artigo, vamos mostrar como escolher a instituição perfeita para você investir com segurança e praticidade.

Como investir na Bolsa de Valores?

O ideal é preparar o seu lado emocional para tolerar as oscilações com tranquilidade

 

Antes de negociar qualquer ativo, é fundamental definir quais são os seus objetivos, como investidor, por exemplo, aposentadoria, fazer uma viagem ou comprar um imóvel.

Outro ponto importante é conhecer o seu perfil de investidor. Ele é um teste para determinar o seu grau de tolerância ao risco.

O investimento na Bolsa de Valores é recomendável para os que possuem perfil arrojado, pois os riscos são altos.

Com esses dois fatores em mente, fica mais fácil definir os investimentos que devem fazer parte da sua carteira e o prazo de vencimento adequado.

Tenha em mente que a Bolsa de Valores está repleta de tubarões prontos para atacar. Portanto, o ideal é diversificar o seu capital, mesmo em cenário de juros baixos.

Alocar todo o seu dinheiro em renda variável pode ser muito arriscado, principalmente se você está começando agora.

P.s.: Quer uma ajudinha para investir na Bolsa? O Leandro Martins, analista CNPI do modalmais, pode te ajudar. Veja aqui a carteira recomendada modalmais.

 

Quanto custa uma ação?

Ela varia de acordo com cada empresa, pois uma ação é uma parte do seu capital social. Portanto, há papéis que custam centavos e não há um valor máximo a ser respeitado.

 

Qual o valor mínimo para entrar na Bolsa de Valores?

Na verdade, não há um valor mínimo para começar. Isso depende dos preços dos ativos que você deseja investir.

O lote mínimo para ações e opções é composto por 100 papéis. Já nos fundos imobiliários, ETFs (Exchange Traded Funds), é possível comprar a partir de uma cota.

Geralmente, o recomendável é fazer uma reserva de emergência e depois começar a investir na Bolsa de Valores.

Como operar na Bolsa de Valores?

Há diversas operações que podem gerar lucros na bolsa de valores, como é o caso do day trade, scalper e swing trade.

Para escolher qual é a mais adequada para o seu perfil, é fundamental estudar cada uma delas.

No geral, o ideal é investir na Bolsa de Valores com foco no longo prazo. Assim, é possível ganhar dinheiro com a valorização das cotações e recebimento de dividendos.

E o melhor, você pode começar com pouco dinheiro investindo em lotes fracionados, de 3 em 3 ações. Ou em lote padrão, de 100 em 100.

 

Como escolher uma corretora para operar na Bolsa de Valores?

Investir na Bolsa de Valores através de uma corretora de valores de qualidade pode fazer toda a diferença no crescimento do seu patrimônio.

Por isso, priorize sempre as instituições que possuem credibilidade e oferecem a estrutura necessária para você operar, com o banco digital modalmais.

Aqui, além de usufruir dessas vantagens, você ainda pode contar com todo o auxílio do nosso suporte para tirar todas as suas dúvidas sobre a Bolsa de Valores.

Vale a pena investir na Bolsa de Valores com pouco dinheiro?

As oportunidades da Bolsa de Valores não dependem exclusivamente do montante investido.

Portanto, mesmo com pouco dinheiro, você pode ter um bom rendimento. Obviamente, com uma quantia maior, o lucro líquido tende a ser maximizado.

Considere que você possui 100 ações que custam R$ 10,00 cada. Se elas subirem para R$ 20,00, o resultado aumentou R$ 1 mil ou 100% .

Agora, digamos que você tenha 10 mil papéis, ao invés de 100. O lucro ainda será de 100%, mas o retorno ficará em R$ 10 mil.

Perceba que, nos dois casos, você ganhou 100% de lucro. Então, note que o ideal é começar a investir agora mesmo.

Quais são os custos da Bolsa de Valores?

No modalmais, você investe na Bolsa de Valores com as melhores taxas

 

Basicamente, as taxas para investir em ativos, como ações, FIIs e opções são:

 

  • Imposto de Renda (IR): ele é calculado sobre o rendimento da operação. Nas ações e opções, a sua alíquota é de 15% sobre as vendas do mês acima de R$ 20 mil. Para valores menores, há a isenção. Nos FIIs, temos a alíquota de 20%, que é recolhida pelo próprio investidor. Aliás, no modalmais você conta com ferramentas que podem ajudar você na hora de declarar seus impostos, conheça a Calculadora de IR;
  • Emolumentos: essa taxa é cobrada pela B3. Geralmente, ela depende do tipo de operação (normal ou day trade), tipo de investidor (pessoa física ou jurídica) e do volume negociado.
  • Taxa de liquidação e negociação: ambas são descontadas juntamente com os emolumentos. Para as pessoas físicas, elas correspondem a 0,0325% do total negociado.
  • Taxa de custódia: ela é cobrada pelas corretoras, que podem ou não isentar os seus clientes. Então, a alíquota varia conforme a instituição. No modalmais, não cobramos a taxa de custódia de nossos clientes.
  • Taxa de corretagem: esse custo incide sobre as ordens de compra e venda de ativos na Bolsa de Valores. Geralmente, ele é um valor fixo ou um percentual sobre o negociado. Aqui no modalmais, você encontra os melhores planos com taxa de corretagem a partir de ZERO.

Qual o horário de funcionamento da Bolsa de Valores?

Ao investir na Bolsa de Valores, você só poderá enviar ordens de compra ou venda durante o seu horário de funcionamento. Veja o quadro a seguir:

Horários de negociação para ações - Fonte: B3

Horários de negociação para ações – Fonte: B3

 

Portanto, você pode enviar ordens entre às 9h45 até às 18h. Fora desses horários, elas serão canceladas.

O que é o pregão da Bolsa de Valores?

Ele é o horário de negociação de ativos na Bolsa de Valores. Assim, o pregão ocorre entre a abertura do mercado até o seu fechamento.

Como mostrado na figura anterior, ele inicia às 10h até às 18h, de segunda a sexta-feira, nos dias úteis.

É seguro investir na Bolsa de Valores?

Investir em empresas com boa governança pode diminuir os riscos

 

A Bolsa de Valores brasileira pode ser considerada como um ambiente seguro para investir. Para começar, boa parte dos ativos são vinculados ao nome e CPF do detentor.

Dessa forma, evita-se equívocos, como débitos ou créditos indevidos, oferecendo ao investidor a propriedade do investimento.

 

Além disso, todas as negociações são registradas na CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia). Ela é responsável por fazer a guarda dos ativos da sua carteira.

É importante destacar que a Bolsa de Valores é fiscalizada e monitorada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

A instituição é responsável por proteger os investidores de atos ilegais ou irregulares por parte de administradores de empresas listadas, acionistas e corretoras de valores.

Por fim, a Bolsa de Valores, além do ambiente seguro, pode ser tornar ainda menos arriscada se você souber como ela funciona e ter uma estratégia definida.

Quais são as principais Bolsas de Valores do mundo?

Em 2017, com a criação da B3, a Bolsa de Valores brasileira se tornou a 5ª maior do mundo.

Porém, o seu mercado ainda pode ser considerado como pequeno. Até dezembro de 2019, havia cerca de 1,6 milhão de investidores pessoa física cadastrados.

Mesmo com o crescimento de quase 100% em um ano, o número de investidores corresponde a menos de 1% da população brasileira.

Portanto, a influência da B3, no cenário mundial, ainda está em expansão, enquanto que as bolsas de valores dos EUA, Nasdaq e NYSE costumam influenciar o mundo todo.

As Bolsas asiáticas, como de Tóquio, Hong Kong e Shanghai podem sacudir até os mercados do ocidente, principalmente nas commodities.

Na Europa, a Bolsa de Londres e a Euronext (união das Bolsas de Amsterdã, Paris e Bruxelas) podem exercer influência sobre os investidores em outras partes do mundo.

Breve história da Bolsa de Valores no Brasil

A instituição que conhecemos hoje é o resultado de uma série de fusões do passado

 

A primeira Bolsa de Valores no país foi fundada em 1845, no Rio de Janeiro. Já a Bovespa iniciou em 1890, e logo tomou o espaço da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Nos anos 60, cada estado possuía uma Bolsa. Mas, as negociações eram focadas em commodities.

Após diversas aberturas e fechamentos, a Bolsa de Valores no Brasil só começou realmente a vigorar em 1967.

Em 1969, o índice Bovespa foi criado com cerca de 18 ações. Em janeiro de 2020, ele evoluiu para 73 ativos. Além disso, o indicador já acumula mais de 110 mil pontos.

Em 2000, a Bovespa incorpora a BM&F. Porém, a fusão só ocorre, de fato, em 2008, quando passa a se chamar BM&FBovespa.

Finalmente, em 2017, a Bolsa de Valores se une à Cetip e é criada a B3, como conhecemos hoje.

Conclusão

Abra a sua conta no modalmais e comece a investir agora mesmo!

 

A Bolsa de Valores é o ponto de encontro de pessoas interessadas em lucrar com ativos financeiros.

Nesse ambiente, não há distinção entre grandes e pequenos investidores. Todos têm oportunidade de alcançar bons resultados.

Em janeiro de 2020, a Bolsa de Valores brasileira anunciou a redução de taxas para pessoas físicas com até R$ 20 mil investidos em uma mesma corretora.

O principal objetivo é democratizar o acesso ao mercado financeiro e atrair pequenos investidores.

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Então, este pode ser o momento ideal para você começar, mesmo que tenha pouco dinheiro.

Além disso, as expectativas são de que a economia brasileira deve prosperar em 2020 e nos próximos anos.

A tendência é de que os juros permaneçam como nos patamares atuais. Portanto, a renda variável pode se beneficiar ainda mais.

Para fazer o seu dinheiro render de verdade na bolsa de valores, você só precisa abrir a sua conta no modalmais.

Aqui, você terá à disposição os melhores ativos e ainda pode começar a investir com taxa de corretagem a partir de zero.

 

Obrigado por ler até aqui!